- A Organização Mundial da Saúde (OMS) confirmou um caso de infecção por hantavírus a bordo do navio MV Hondius, que seguia da Argentina para Cabo Verde.
- Três mortos foram registrados no possível surto; um caso foi confirmado e outros cinco são suspeitos, incluindo um homem britânico de 69 anos internado na UTI em Joanesburgo.
- O navio, operado pela Oceanwide Expeditions, partiu de Ushuaia em 20 de março e, segundo o roteiro, deveria chegar a Cabo Verde em 4 de maio.
- O casal de holandeses começou a apresentar sintomas a bordo: o homem, 70 anos, morreu; a esposa, 69 anos, morreu depois em Joanesburgo.
- A OMS trabalha para evacuar dois passageiros com sintomas e realiza avaliação dos riscos, com o navio devendo seguir para as Ilhas Canárias.
O vírus hantavírus tirou a vida de pelo menos três pessoas a bordo do navio de cruzeiro MV Hondius, que seguia da Argentina para Cabo Verde. A Organização Mundial da Saúde confirmou um caso de infecção e investiga mais cinco suspeitos.
Segundo a OMS, um passageiro britânico de 69 anos está internado na UTI em Joanesburgo, África do Sul, com diagnóstico confirmado. Dois outros pacientes adquiriram a doença a bordo ou durante a viagem, conforme relatos.
O Hondius opera sob a gestão da Oceanwide Expeditions, empresa de turismo holandense. O itinerário aponta saída de Ushuaia em 20 de março, com conclusão prevista em Cabo Verde em 4 de maio.
A primeira vítima apresentou sintomas a bordo; o corpo está na Ilha de Santa Helena, território britânico no Atlântico Sul. A esposa, 69 anos, também ficou doente e faleceu em Joanesburgo.
Casal holandês era o principal riferimento entre as vítimas conforme apurado por fontes da AFP. A terceira vítima fatal permanece a bordo, segundo relatos não oficiais, com decisões sobre isolamento de outros passageiros em Cabo Verde.
As autoridades sul-africanas informaram que a OMS está acompanhando a evacuação médica de dois pacientes com sinais da doença e avaliando os riscos à saúde pública para os passageiros remanescentes.
O navio tinha 170 passageiros em 80 cabines, além de 57 tripulantes, 13 guias e 1 médico. A embarcação seguiu inicialmente para as Ilhas Canárias, na Espanha, após os incidentes.
A OMS declarou que coopera com estados-membros e com a própria operadora para entender a transmissão, realizar evacuações médicas e apoiar quem continua a bordo. Não há conclusão ou opinião externa no relatório.
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