- Brasil passa a adotar mantas térmicas de dupla face em telhados de moradias para atender normas de eficiência, acompanhando Austrália, Espanha, Itália e Portugal.
- Manta refletora de alumínio instalada sob as telhas reflete até 95% da radiação solar direta, reduzindo o calor no forro.
- Temperatura no forro pode cair até 10°C com a manta, levando a menor uso de ar-condicionado.
- Estima-se economia de até 30% no consumo de energia elétrica com a adoção da solução.
- Além do conforto térmico, a manta funciona como subcobertura estanque, protegendo o forro e aumentando a durabilidade do sistema de cobertura.
O Brasil passou a adotar mantas térmicas de dupla face instaladas sob telhados de moradias civis, seguindo a tendência internacional de eficiência energética. A medida busca reduzir o calor interno e a demanda por ar-condicionado, contribuindo para a economia de energia.
As mantas são feitas com uma camada refletora de alumínio que bloqueia até 95% da radiação solar direta. Instaladas sob as telhas, funcionam como escudo térmico permanente, sem consumo adicional de energia.
A adoção facilita o atendimento a normas de desempenho em edificações, como a ABNT NBR 15575, que prevê conforto térmico e eficiência energética para residências brasileiras.
O que mudou na prática
A instalação reduz a temperatura do forro em até 10°C, dependendo do tipo de telha. Com menos calor, aparelhos de climatização trabalham menos, reduzindo custos na conta de luz.
Para ilustrar o efeito, compara-se cenário com manta instalada versus sem isolamento: o ambiente fica mais fresco na presença do refletor, com menor necessidade de ar-condicionado.
Quais são as vantagens adicionais
Além de reduzir o calor, a manta funciona como subcobertura estanque, protegendo o forro contra poeira, vazamentos e entrada de insetos. Assim, aumenta-se a durabilidade da cobertura.
Entre os benefícios, destacam-se: economia de energia, proteção estrutural, instalação simples e custo-benefício competitivo frente a outras soluções de construção.
Contexto e aplicação
A prática já é comum em países quentes como Austrália e Portugal. O Brasil passa a incorporar a técnica de forma mais ampla para aumentar o conforto térmico sem elevar custos de construção.
Especialistas ressaltam que a iniciativa representa uma abordagem preventiva para evitar consumo elevado de energia elétrica, com benefício direto para moradores em áreas de temperaturas elevadas.
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