- Três mortes são associadas a um possível surto de hantavírus a bordo de um cruzeiro de luxo; o navio está retido na costa de Cabo Verde, com cerca de 150 pessoas a bordo.
- A embarcação saiu da Argentina, passou pela Antártida e pelas ilhas do Atlântico Sul, com destino às Ilhas Canárias, na Espanha.
- A empresa confirmou três óbitos: dois passageiros holandeses e um alemão, ocorrido após o desembarque; outros cinco casos suspeitos estão sob investigação.
- Um passageiro britânico foi levado à África do Sul, onde permanece internado com diagnóstico confirmado de hantavírus; o governo sul-africano coordena a resposta multinacional.
- A Organização Mundial da Saúde informou que o risco para o público é baixo e não recomenda restrições de viagem; passageiros foram orientados a ficar nas cabines durante o monitoramento.
Três passageiros morreram em um cruzeiro de luxo com possível surto de hantavírus. O navio está retido na costa de Cabo Verde, com cerca de 150 pessoas a bordo. O embarque ocorreu na Argentina, com passagem pela Antártida e ilhas do Atlântico Sul, rumo às Ilhas Canárias, na Espanha. A empresa confirmou três mortes: dois holandeses e um alemão, que faleceu após desembarque. Outros cinco casos suspeitos estão sendo investigados.
Um passageiro britânico teve diagnóstico confirmado de hantavírus e foi internado na África do Sul, onde recebe tratamento. O país anfitrião coordena a resposta conjunta de várias nações para conter a propagação e oferecer suporte aos demais ocupantes do navio.
A Organização Mundial da Saúde classifica o risco ao público como baixo e não recomenda restrições de viagem. Os passageiros foram orientados a permanecer nas cabines enquanto as autoridades monitoram a evolução dos casos. Os sintomas iniciais incluem febre e dores no corpo, semelhantes aos da gripe.
Estado das investigações e resposta internacional
As autoridades de Cabo Verde investigam as circunstâncias do surto e a procedência dos quadros recentes. A tripulação atua em cooperação com equipes de saúde para manter a contenção a bordo. A OMS reiterou que não há evidências de transmissão comunitária associada ao navio.
Entre na conversa da comunidade