Em Alta Copa do Mundo NotíciasAcontecimentos internacionaisPessoasPolíticaConflitos

Converse com o Telinha

Telinha
Oi! Posso responder perguntas apenas com base nesta matéria. O que você quer saber?

Fibra óptica supera 80% de cobertura pela primeira vez no Brasil

Fibra ótica chega a 80,2% das conexões de banda larga fixa, segundo Anatel, consolidando liderança de Claro, Vivo, Nio, Brisanet e Brasil TecPar

Photo
0:00
Carregando...
0:00
  • Fibra óptica ultrapassou a marca de 80% das conexões de banda larga fixa no Brasil, atingindo 80,2% de participação, ante 77,8% em março de 2025.
  • As cinco maiores operadoras representam o seguinte peso: Claro 19,3%, Vivo 14,8%, Nio (ex-Oi) 6,3%, Brisanet 2,8% e Brasil TecPar 2,5%, com a expectativa de a Brasil TecPar assumir a quarta posição após a aquisição da Ligga.
  • Em cabos, 14,2% das conexões usam cabo coaxial, 2,9% são rádio, 1,6% satélite e 1,1% ainda utilizam cabos metálicos.
  • No segmento de satélite, 882.438 acessos, sendo 79,9% da Starlink; o setor deve ganhar concorrência com novos players de órbita baixa ainda neste ano.
  • Em telefonia móvel, 4G continua dominante (64,9%), enquanto 5G já soma 23,1% do total; entre acessos apenas padrão, 5G atinge 29% do mercado.

A fibra óptica atingiu 80,2% das conexões de banda larga fixa no Brasil, pela primeira vez. Os dados são da Anatel e referem-se aos números mais recentes divulgados. Outros meios somam o restante, com cabo coaxial em 14,2%, rádio 2,9% e satélite 1,6%.

Entre os fornecedores, a Claro segue em primeiro lugar com 19,3% dos contratos, ainda predominando via cabo. Em segundo surge a Vivo, com 14,8%, líder em fibra, seguida pela Nio, com 6,3%, ainda listada como Oi pela Anatel.

A Brisanet ocupa a quarta posição, com 2,8%, atuando principalmente no Nordeste. O Brasil TecPar aparece em quinto, com 2,5%, vinculada a marcas como Amigo, Ávato, Blink e ALT Telecom. A operadora pode subir ao 4º lugar com a incorporação da Ligga.

Satélite ganha espaço na banda larga, com 79,9% dos 882.438 acessos desse tipo pertencentes à Starlink. A empresa celebrou a marca de 1 milhão de clientes no Brasil, mas o número diverge do informado pela própria Starlink à Anatel. O setor aguarda entrada de satélites de órbita baixa, como Amazon Leo e SpaceSail.

No segmento de telefonia móvel, 64,9% das 273,5 milhões de linhas utilizam 4G, enquanto 23,1% já são 5G. Segundo o painel da Anatel, 2G e 3G somam 12%. Entre as grandes operadoras, Vivo, Claro e TIM detêm 37,9%, 33,2% e 22,7%, respectivamente, com mudanças modestas frente a 2025.

Mercado de TV por assinatura segue em queda. Em março de 2025 havia 8,6 milhões de assinaturas; em 2026, o total caiu para 7,3 milhões. A distribuição atual aponta 49% via satélite, 37,9% por cabo coaxial e 13% por fibra. Serviços de streaming não são contabilizados aqui.

Brisante as mudanças em fronteiras de atuação. A Brisanet avança com operações em várias regiões, enquanto a Ligga, comprada pela Brasil TecPar, amplia o portfólio e deve impactar o comparativo de mercado nos próximos meses.

Panoramas regionais e próximos passos

  • As informações refletem o cenário de competição entre operadoras de banda larga fixa e TV a cabo, com maior participação de fibra e maior diversificação de ofertas.
  • A Anatel sinaliza aumento de ofertas de satélite de órbita baixa, o que pode alterar o mix de conectividade no país.
  • A atuação de empresas regionais e MVNOs segue como fator de aumento de opções para consumidores em diferentes estados.

Comentários 0

Entre na conversa da comunidade

Os comentários não representam a opinião do Portal Tela; a responsabilidade é do autor da mensagem. Conecte-se para comentar

Veja Mais