- A Organização Mundial da Saúde informou possível episódio raro de transmissão de hantavírus entre pessoas a bordo de um cruzeiro na costa da África; sete adoeceram e três morreram (casal de holandeses e alemão).
- O navio saiu de Ushuaia, na Argentina, em março, com quase cento e cinquenta pessoas, e está parado perto de Cabo Verde, sem permissão para desembarque; um passageiro britânico está na UTI na África do Sul.
- O hantavírus é transmitido principalmente por roedores, e pode haver exposição durante excursões; não se descarta transmissão entre pessoas em contatos muito próximos.
- A Organização das Nações Unidas informou que o risco para a população em geral é baixo.
- O governo da Espanha informou que pacientes que precisam de cuidados emergenciais serão transferidos de avião para as Ilhas Canárias, para onde o navio também pretende seguir, em viagem estimada de até quatro dias.
Oito casos suspeitos de hantavírus foram confirmados no cruzeiro que navega próximo à costa da África, segundo a Organização Mundial da Saúde. Três pessoas morreram, entre elas um casal holandês e um alemão. Um passageiro britânico permanece na UTI na África do Sul.
O navio saiu de Ushuaia, na Argentina, em março, com quase 150 pessoas a bordo. Atualmente está parado perto de Cabo Verde, sem autorização para desembarque. Sete passageiros adoeceram; o ride envolve casos graves que motivaram o envio de eram medidas de contenção.
A OMS avalia que pode haver transmissão entre pessoas em contatos próximos, como em cabines compartilhadas. Embora não seja comum, a organização não descarta a possibilidade de disseminação de pessoa para pessoa. A ONU reiterou que o risco para a população geral é baixo.
Desdobramentos
A Espanha informou que pacientes que necessitam de cuidados emergenciais serão transportados de avião para as Ilhas Canárias, onde o navio deverá seguir viagem. A previsão de deslocamento para o arquipélago é de até quatro dias, conforme autoridades espanholas.
Um passageiro americano, em declaração pública, afirmou que a incerteza durante o surto é o maior desafio a enfrentar, destacando a necessidade de cuidados médicos e de retorno seguro para casa. Autoridades de saúde continuam monitorando o caso e a evolução dos minutos do cruzeiro.
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