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Especialistas respondem: o autobronzeador é seguro para a saúde?

Autobronzeadores são considerados mais seguros que o bronzeamento ao sol, mas pesquisas são limitadas e o uso correto com proteção solar é recomendado

Autobronzeador em espuma na cor marrom
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  • Autobronzeadores são considerados mais seguros que bronzeamento ao sol ou em câmaras, embora haja pouca pesquisa rigorosa sobre segurança em humanos.
  • O ingrediente ativo mais comum é o di-hidroxiacetona (DHA); reage com células mortas da pele para criar tonalidade marrom que dura alguns dias; alguns produtos também incluem eritrose para prolongar o efeito.
  • A FDA aprovou o DHA como aditivo de cor cosmético em mil novecentos e setenta e três; estudos indicam riscos apenas em concentrações altas ou se o produto for aplicado diretamente em células vivas.
  • Efeitos adversos são raros, como irritação ou reação alérgica; pode obstruir poros e agravar a acne em pessoas propensas. A maior parte do DHA permanece em células mortas.
  • Dicas de uso seguro: evitar inalação ou ingestão; preferir espumas ou cremes em vez de sprays; testar em área pequena; não aplicar em pele machucada; usar protetor solar após e consultar médico na gravidez.

Autobronzeadores são apresentados como opção segura frente à exposição solar. Especialistas dizem que, apesar de não substituir o filtro, o bronzeamento artificiais reduz a exposição a raios UV, o que pode diminuir o risco de câncer de pele em relação ao bronzeamento solar.

A principal substância ativa é o DHA, um carboidrato que reage com células mortas da pele para produzir tonalidade marrom. Eritrulose pode também prolongar a cor. A FDA aprovou o DHA como aditivo de cor em 1973, com exigência de dados limitados de segurança.

Pesquisas em humanos são escassas e, quando realizadas, usam concentrações maiores que as encontradas em cosméticos. Ainda assim, especialistas apontam uso prolongado sem relatos de danos graves, desde que as instruções sejam seguidas.

Segurança e entendimentos atuais

A maior parte do DHA permanece nas células mortas da pele, sem atingir células vivas, o que reduz o risco de efeitos sistêmicos. Entretanto, estudos com altas dosagens mostram possibilidade de radicais livres e danos celulares.

Reações alérgicas, irritação de pele e acne podem ocorrer em casos isolados. Evite aplicar perto de olhos, lábios e áreas sensíveis. Não usar em pele machucada ou irritada. Gestantes devem consultar médico antes do uso.

Como usar com responsabilidade

Para reduzir inalação, prefira cremes ou espumas a sprays. Se optar por spray, aplique primeiro nas mãos limpas e depois utilize no corpo. Teste tópico em área discreta se pele sensível ou eczema.

Pele sensível deve testar 24 a 48 horas antes da aplicação ampla. Não aplicar em mucosas ou locais com ferimentos. Após o bronzeamento, use protetor solar de amplo espectro com FPS 30 ou superior e proteções adicionais.

Conforme as especialistas, a escolha entre exposição UV e autobronzeador favorece o segundo, desde que as instruções sejam seguidas. O consenso atual destaca que, feito corretamente, o autobronzeamento oferece alternativa segura ao bronzeamento solar.

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