- O Centro de Controle de Doenças (CDC) confirmou envio de uma equipe para as Ilhas Canárias, na Espanha, onde o navio de cruzeiro MV Hondius com hantavírus deve chegar no domingo; passageiros norte-americanos serão evacuados para uma base aérea no Nebraska.
- Especialistas afirmam que os EUA não estão preparados para essa ameaça de doença, e que a resposta tem ficado aquém do esperado.
- A resposta ao surto de hantavírus tem sido liderada principalmente pela Organização Mundial da Saúde (Organização Mundial da Saúde), da qual Os Estados Unidos não são mais membros.
- O surto foi reportado à OMS no dia dois de maio, com sete casos confirmados ou suspeitos; três pessoas morreram, uma está em estado crítico e três apresentam sintomas leves.
- O CDC ativou seu centro de emergência 24/7 apenas na quinta-feira, classificando o evento no nível mínimo de acionamento, e soltou o primeiro alerta de saúde para médicos norte-americanos no fim de sexta-feira.
O Centro de Controle de Doenças dos EUA (CDC) confirmou envio de equipe à Espanha, nas Ilhas Canárias, onde o navio de cruzeiro MV Hondius com hantavírus deve chegar no domingo. Passageiros norte-americanos serão evacuados para uma base aérea em Nebraska. A medida visa monitorar e apoiar a repatriação.
A resposta tem sido conduzida em grande parte pela Organização Mundial da Saúde (OMS). O EUA deixou a OMS durante a administração anterior, e a agência internacional tem coordenado ações entre autoridades de saúde nacionais e internacionais.
Até o momento, o quadro divulgado pela OMS em 2 de maio apontou sete casos confirmados ou suspeitos, com três mortes. Outros seis americanos a bordo desembarcaram e passam por monitoramento em diferentes estados.
No sábado, o CDC informou estar em monitoramento próximo da situação, com o Departamento de Estado liderando uma resposta que envolve contato direto com passageiros e coordenação diplomática. O nível de atuação da CDC foi apontado como o mais baixo.
Na sexta-feira, o CDC emitiu o primeiro alerta de saúde para médicos nos EUA sobre a possibilidade de casos importados. Passageiros americanos seguem sob vigilância em estados que ainda não tiveram relatos de sintomas.
Especialistas ouvidos pela imprensa destacaram que a resposta do CDC tem sido considerada aquém do esperado, em contraste com ações de emergências anteriores. Observadores mencionam cortes de pessoal e de programas de saúde pública como fatores.
Entre instituições de saúde, há divergências sobre o impacto da situação. Alguns lembram que a transmissão entre viajantes é limitada, mas ressaltam a necessidade de transparência e coordenação entre órgãos federais, estaduais e internacionais.
Estados norte-americanos com passageiros a bordo acompanham o caso. Arizona, Virgínia, Califórnia e Geórgia relatam monitoramento de residentes envolvidos; não há sinais consistentes de doença entre eles, segundo autoridades locais.
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