- Durante a gravidez, o ultrassom de 20 semanas mostrou Síndrome da Banda Amniótica, com bandas que podem envolver membros e limitar o crescimento; a condição é rara, ocorrendo em cerca de uma em cada quinze mil nasceres.
- Maddicyn Brokenshire, 38 anos, e o marido Daniel, 30, estavam em Timaru, Nova Zelândia, e foram encaminhados a um hospital maior em Christchurch aos 33 semanas de gestação.
- Ollyver nasceu por cesariana após rompimento da bolsa uma semana após a internação; o bebê não respirou de imediato e foi reanimado.
- O nascimento trouxe múltiplas complicações: ferida extensa na parte de trás da cabeça por Aplasia Cutânea Congênita e pálpebras ausentes, com visão prejudicada no olho direito e previsão de prótese no futuro.
- Aos oito meses, Ollyver já passou por várias cirurgias para liberar as bandas e reconstruir as pálpebras; o cérebro não foi afetado, ele avança nos marcos de desenvolvimento e a família observa grande resiliência.
Todo pai busca a ideia de que o filho é único. No caso de Maddicyn Brokenshire, 38 anos, o tão esperado primeiro filho gerou incerteza desde cedo. O casal, morando em Timaru, Nova Zelândia, recebeu a notícia de uma gravidez com risco durante o ultrassom de 20 semanas.
Naquela avaliação, foram identificadas bandas amnióticas envolvendo o feto, o que pode limitar o crescimento de membros ou dedos. O diagnóstico levou Maddicyn a buscar informações, que apontaram para a Síndrome da Banda Amniótica, uma condição rara.
Diagnóstico e evolução
Com 33 semanas, Maddicyn foi transferida para um hospital maior em Christchurch, onde as equipes confirmaram a gravidade do quadro. As bandas estavam presas ao feto, aumentando o risco de complicações. Uma semana depois, a bolsa rompeu e Ollyver nasceu por cesariana, sem respirar de imediato.
Nascimento e primeiros cuidados
O recém-nascido passou por reanimação ainda na sala de parto. A Síndrome da Banda Amniótica foi associada a uma ferida aberta extensa na parte de trás da cabeça, além de depressão na ponte do nariz e redução da órbita do olho direito, o que levou à expectativa de problemas visuais futuros.
Desafios de saúde ao longo do tempo
Ollyver chegou a enfrentar uma série de cirurgias para liberar as bandas amnióticas e criar pálpebras, processo que começou aos 8 meses. Cirurgiões tentaram fixar a pálpebra superior para fechar os olhos, mas a solução não foi definitiva, e ajustes devem continuar.
Desenvolvimento do bebê
Apesar das dificuldades, Maddicyn afirma que o cérebro de Ollyver não foi afetado, e ele tem apresentado avanços, atingindo marcos de desenvolvimento e até se destacando em algumas áreas. A família já contratou apoio para lidar com possíveis dificuldades de equilíbrio e percepção de profundidade.
Perspectivas e cuidados
Hoje, Ollyver permanece em constante movimento, engatinha e recebe acompanhamento médico para tratar os efeitos da SBA e da Aplasia Cutânea Congênita. A mãe descreve o filho como extremamente forte e resiliente, mantendo a esperança de novas intervenções futuras.
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