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Pentágono divulga documentos sobre óvnis: objetos flutuantes e luzes piscantes

Pentágono divulga 161 arquivos sobre óvnis, incluindo relatos de astronautas da Apollo; não há evidência de vida extraterrestre, mas cresce a demanda por transparência

Um objeto não identificado (ponto preto) capturado sobre o oeste dos Estados Unidos em dezembro de 2025
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  • O Departamento de Defesa dos EUA divulgou na sexta-feira, 8 de maio, 161 arquivos sobre objetos voadores não identificados, incluindo transcrições, vídeos e áudios, com relatos de civis, astronautas e militares.
  • Os documentos trazem descrições de avistamentos desde as missões Apollo até relatos de voos na Lua, além de relatos de civis em anos recentes e arquivos de 2022 no Oriente Médio.
  • Entre as evidências, há transcrições de astronautas da Apollo 11, 12 e 17 com relatos de luzes, partículas e reflexos, além de gravação de áudio da Gemini 7 com avistamento de objetos não identificados.
  • O material não traz revelações de vida extraterrestre nem confirmação de contatos; é visto como passo de transparência, ainda que não apresente provas conclusivas.
  • Legisladores e ufólogos adotaram posições diversas: alguns veem como início de maior transparência, outros destacam que ainda há pouco conteúdo novo e pedem divulgação adicional.

O Departamento de Defesa dos Estados Unidos tornou público na sexta-feira, 8 de maio de 2026, um grande conjunto de transcrições, vídeos e áudios sobre objetos voadores não identificados. O material foi retirado do sigilo e divulgado online por ordem do presidente Donald Trump, que prometeu tornar públicos arquivos relacionados a óvnis e fenômenos aéreos não identificados.

O lote reúne 161 arquivos que abrangem décadas. Entre os itens, há relatos de civis na Terra, bem como de astronautas que estiveram na Lua, com descrições de avistamentos, fenômenos de luzes e objetos não identificados. A divulgação ocorre no contexto de maior transparência prometida pelas autoridades.

Os documentos incluem transcrições de missões Apollo 11, 12 e 17, nos anos 1960 e 1970, com relatos de fenômenos não explicados. Entre as testemunhas, estão Buzz Aldrin e Alan Bean, que mencionaram luzes e partículas observadas durante as atividades lunares. Também existem relatos de luzes piscantes vistos a bordo da Apollo 17.

Além dos relatos históricos, constam relatos contemporâneos de avistamentos. Arquivos de 1957 mostram um homem descrevendo um grande veículo circular surgindo do solo, e registros de 2023 incluem relatos de objetos metálicos que pairam e se materializam sob iluminação forte.

Conjunto de vídeos militares gravados no Oriente Médio em 2022 também compõem a divulgação. As imagens registram fenômenos descritos como não identificados, com um relatório classificando um objeto oval como possível míssil durante sua passagem pelo local.

O movimento de transparência gerou reação de legisladores. Debatido como um passo inicial, o material foi saudado por deputados de diferentes correntes, que defendem mais informação pública sobre avistamentos. Outros alertaram para a necessidade de continuidade e confirmação de dados.

A divulgação atende à expectativa da comunidade ufológica de obter respostas e ampliar o acesso a informações oficiais. Pesquisadores destacam que, embora não haja evidência de contato ou de vida extraterrestre nos documentos, o conjunto representa reconhecimento de investigações anteriores sobre avistamentos.

No interesse público, analistas destacam que novas divulgações podem trazer esclarecimentos gradativos e ampliar o debate sobre o tema, sem indicar conclusões sobre a existência de vida fora da Terra. A expectativa é de continuidade dos lançamentos e de desdobramentos futuros.

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