- Dois passageiros testaram positivo para hantavírus após serem retirados do navio de cruzeiro MV Hondius; a condição de um deles, um passageiro francês, estaria piorando.
- Espanha retira e repatria hoje os últimos passageiros, com o navio ancorado perto da ilha de Tenerife, no Atlântico.
- Entre os norte-americanos repatriados, um teve resultado levemente positivo para a cepa Andes; o segundo apresentou sintomas leves.
- Ao todo, quarenta e um dias após a partida do MV Hondius da costa da Argentina, foram retiradas e repatriadas noventa e quatro pessoas; três morreram desde o início do surto (casal holandês e cidadão alemão).
- A Organização Mundial da Saúde orientou quarenta e dois dias de quarentena para todos os passageiros a partir de dez de maio.
Duas pessoas testaram positivo para hantavírus após serem retiradas do navio de cruzeiro MV Hondius, atingido por um surto. Nesta segunda-feira, 11 de agosto, a Espanha retira e repatra os últimos passageiros do navio.
Um passageiro francês retirado do MV Hondius apresentou resultado positivo e sua condição estava piorando, informou a ministra da Saúde da França, Stephanie Rist.
O Departamento de Saúde e Serviços Humanos dos EUA informou, no domingo, que um dos 17 norte-americanos repatriados teve resultado levemente positivo para a cepa Andes, enquanto outro apresentava sintomas leves.
Últimas retiradas e situação sanitária
Os últimos 24 passageiros a bordo devem ser retirados nesta tarde do navio, que está ancorado perto da ilha espanhola de Tenerife, no Atlântico.
Autoridades espanholas coordenam a operação, que já resultou na retirada e repatriação de 94 pessoas, 41 dias após a partida do Hondius do sul da Argentina.
Três pessoas morreram desde o início do surto: um casal holandês e um cidadão alemão.
O navio partiu de Cabo Verde com destino às Ilhas Canárias em 6 de maio, após Madrid concordar em gerenciar a operação a pedido da OMS e da União Europeia.
A OMS recomendou uma quarentena de 42 dias para todos os passageiros a partir de 10 de maio, conforme informou Maria Van Kerkhove, diretora de gerenciamento de epidemias e pandemias.
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