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Ondas de choque ajudam no tratamento da dor no joelho

Terapia com ondas de choque extracorpóreas é alternativa não invasiva para artrose do joelho e tendinopatias crônicas, com melhora gradual e recuperação funcional

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  • A terapia por ondas de choque extracorpóreas (TOC) é apresentada como opção complementar no tratamento da osteoartrite do joelho e de tendinopatias crônicas, especialmente a patelar, quando há falha de tratamentos convencionais.
  • O tratamento é realizado no consultório, com duração de 20 a 30 minutos por sessão e intervalos semanais, acompanhado de orientação para atividades físicas e reabilitação quando necessário.
  • A indicação depende de diagnóstico preciso; contraindicações incluem coagulopatias graves, infecção ativa na região tratada e gestação.
  • A resposta varia, mas a melhora costuma aparecer entre a segunda e a terceira sessão, com benefícios que se consolidam de dois a três meses após o início do tratamento.
  • O procedimento é não invasivo, normalmente não requer anestesia e permite retorno rápido às atividades; a segurança é destacada quando o protocolo é seguido corretamente.

A terapia por ondas de choque extracorpóreas (TOC) vem sendo adotada como abordagem complementar no tratamento da osteoartrite do joelho e de tendinopatias crônicas. Em casos com resposta insuficiente a terapias convencionais, a TOC pode ser indicada para reduzir dor e melhorar a função articular.

Segundo o Dr. Daniel Hidalgo, ortopedista do Centro Médico Alto de Pinheiros, a técnica atua em artrose, tendinopatias crônicas (especialmente patelar), edemas ósseos e retardos de consolidação de fraturas. A indicação depende de diagnóstico preciso e avaliação individual.

A aplicação é realizada em consultório, com duração de 20 a 30 minutos por sessão, em intervalos semanais. O protocolo costuma incluir orientações de atividades físicas e, se necessário, integração a um programa de reabilitação.

Indicações e evidências

A TOC tem respaldo em estudos que mostram redução da dor crônica e melhoria da mobilidade, com efeitos relevantes geralmente entre a segunda e a terceira sessão. Casos de tendinopatias e dor miofacial costumam apresentar alívio mais rápido.

A literatura aponta que os benefícios tendem a se consolidar após as sessões, com ganhos observados a partir de 2 a 3 meses. Em edemas intraósseos, a manutenção dos resultados depende do controle de sobrecarga mecânica.

Segurança e critério clínico

Coagulopatias graves, infecção ativa na região tratada e gestação são contraindicações. A confirmação diagnóstica por imagem ajuda a definir a necessidade da TOC. A resposta varia, mas muitos pacientes respondem bem quando o tratamento é acompanhado de fisioterapia.

Os efeitos são, em geral, leves e transitórios. O procedimento não requer anestesia na maioria dos casos e o retorno às atividades é imediato após a sessão. A adesão a orientações pós-tratamento é decisiva para a durabilidade dos resultados.

O diferencial da técnica reside no mecanismo de ação: a onda de choque estimula reparo tecidual, formação de novos vasos e reorganização do colágeno. A TOC pode ser combinada com outras modalidades de reabilitação para ampliar os ganhos.

Para mais informações sobre o tema e indicação específica, consulte o médico responsável pelo atendimento e avalie as opções disponíveis no seu centro de referência.

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