- O Automóvel Clube Norueguês avaliou a autonomia real de 27 carros elétricos, em condições de temperaturas bastante baixas.
- O teste envolve carros representativos, carregamento completo e viagem em uma rota única de Oslo, com mais de quatrocentos quilômetros.
- O objetivo é ver quanto de autonomia os veículos realmente entregam em rodovia na velocidade permitida, comparando com os números do WLTP.
- O estudo começou em 2020 e busca revelar discrepâncias entre números de fábrica e desempenho real.
- A vencedora, segundo a conclusão divulgada, é a China.
Neste inverno, o Automóvel Clube Norueguês (NAF) testou a autonomia real de 27 carros elétricos de diferentes fabricantes. Os veículos foram carregados completamente e dirigidos em uma rota de mais de 400 quilômetros, partindo de Oslo. O objetivo foi medir o consumo em Rodovia na velocidade permitida e comparar com os números WLTP.
O experimento, realizado desde 2020 pelo NAF, reúne modelos representativos do mercado. Cada carro percorreu a mesma rota sob as mesmas condições, para detectar desvios entre autonomia anunciada e obtida na prática. A ideia é oferecer dados úteis a compradores e concessionárias.
A estrada usada começa em Oslo e se estende por mais de 400 km, permitindo avaliação de consumo em estrada e velocidade típica de rodagem. O critério principal é a autonomia real em condições de uso frequente, não apenas em cidade.
Resultados do teste
A conclusão aponta que veículos elétricos de origem chinesa tiveram desempenho superior na autonomia real frente aos demais em condições do estudo. O NAF ressalta que os resultados ajudam a entender discrepâncias entre WLTP e uso diário, especialmente em longas distâncias.
Além disso, o relatório detalha variações entre marcas e modelos, destacando fatores como eficiência de motor, peso e aerodinâmica. Os dados visam orientar consumidores na escolha de carros elétricos para viagens de longa distância.
Segundo o NAF, as informações coletadas fortalecem a transparência do setor e ajudam a calibrar futuras medições de autonomia. O estudo reforça a importância de testes independentes para comparar desempenho real entre modelos.
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