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Para ser AI First, é preciso priorizar as pessoas

No SPIW, especialistas dizem que, mesmo com IA First, é preciso adotar People First: foco no cliente e segurança psicológica para inovar com IA

"Para ser AI First, você precisa ser People First": especialistas explicam no SPIW
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  • Painel no São Paulo Innovation Week, nesta quarta-feira (13), discutiu a cultura de inovação em contexto IA First e a importância de adotar o foco em People First.
  • Participaram Juliana Sztrajtman, directora-geral da Amazon Brasil; Ana Buchaim, vice-presidente de Pessoas, Marketing, Comunicação, Sustentabilidade e Investimento Social da B3; e Carolina Sevciuc, diretora de Transformação Digital da PepsiCo Brasil.
  • Juliana Sztrajtman destacou a obsessão pelo cliente e citou o Pix parcelado como ferramenta prioritária para o consumidor brasileiro, mencionando que o parcelamento foi exportado para outros mercados; também citou o programa Triple AI da Amazon, que envolve duplas entre áreas e técnicos para desenvolver IA, admitindo a possibilidade de errar.
  • Ana Buchaim reforçou a necessidade de conhecer bem o cliente, falar com clareza na IA e combinar inovação com segurança, com foco definido; ressaltou a importância do contexto, da simplificação de processos e do debate para inovar.
  • Carolina Sevciuc afirmou que tecnologia deve ser visto como investimento e estar no core estratégico da empresa, destacando que o digital envolve ligação e segurança psicológica, fatores inegociáveis.

O painel do São Paulo Innovation Week (SPIW) desta quarta-feira, 13, discutiu o equilíbrio entre IA e atuação humana no ambiente corporativo. O tema central questiona se o movimento AI First é suficiente ou se o caminho é colocar pessoas em primeiro lugar.

As participantes do debate foram Juliana Sztrajtman, diretora-geral da Amazon Brasil, Ana Buchaim, vice-presidente de Pessoas, Marketing, Comunicação, Sustentabilidade e Investimento Social da B3, e Carolina Sevciuc, diretora de Transformação Digital da PepsiCo Brasil. O objetivo foi entender como inovação e IA convivem com o foco no cliente e nos colaboradores.

A discussão destacou que o fator humano é crucial, tanto para clientes quanto para equipes. Juliana ressaltou a importância de entender as necessidades do consumidor para orientar o desenvolvimento de tecnologias, citando o Pix parcelado como exemplo estratégico no Brasil.

Foco humano como diferencial

Buchaim reforçou que falar com clareza e conhecer o cliente são passos fundamentais na era da IA. A inovação pode andar junto com segurança, desde que haja objetivos bem definidos e debate aberto sobre contextos. A executiva enfatizou que a inteligência humana não pode ser substituída pela tecnologia.

Sevciuc acrescentou que a tecnologia não deve ser encarada como custo, mas como investimento essencial ao core estratégico. Ela destacou o papel do digital na criação de ligações seguras e da construção de segurança psicológica dentro das equipes.

Tecnologia como investimento e contexto

Durante o painel, a Amazon apresentou o programa Triple AI, que reúne profissionais de diversas áreas para colaborar com equipes técnicas na identificação de oportunidades de IA. A executiva mencionou que erros são vistos como parte do processo de aprendizagem.

A tríade de recomendações demonstrou que o foco no cliente, a clareza na comunicação e a exploração de contextos são determinantes para inovar com responsabilidade. O SPIW 2026 reúne líderes, startups e centros de pesquisa para debater impactos em várias áreas.

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