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Após 7 anos com as pernas dobradas, jovem decide pela amputação

Megan Dixon, 21, enfrentará amputação de ambas as pernas para aliviar dores após sete anos com as pernas dobradas; cirurgia está prevista para agosto

Quando finalmente Megan encontrou um médico, seus joelhos já estavam comprometidos de forma irreversível - (crédito: Reprodução/ Megan Dixon SWNS)
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  • Jovem no Reino Unido vive com dores persistentes e mobilidade limitada após anos de diagnóstico incerto.
  • Suas pernas ficaram em ângulo de cerca de quarenta e cinco graus, obrigando-a a se locomover de cadeira de rodas ou rastejando.
  • Diagnósticos anteriores apontaram encefalomielite miálgica, mas os tratamentos não frearam a evolução do quadro.
  • A amputação de ambas as pernas está prevista para agosto, enquanto ela busca recursos para comprar cadeira de rodas elétrica e equipamentos médicos.
  • Ela também utiliza redes sociais para apoiar quem enfrenta doenças graves e invisíveis, dizendo que ouvir o corpo pode fazer diferença.

Megan Dixon, britânica de 21 anos, vive em Cambridgeshire e enfrenta uma condição rara que deixou as pernas dobradas em um ângulo de cerca de 45 graus desde os 14 anos. Ela se prepara para amputar os dois membros ainda em agosto.

A jovem relatou ao Daily Mail que, após episódios de coqueluche e mononucleose aos 13 anos, suas pernas começaram a falhar. O diagnóstico inicial foi encefalomielite miálgica, doença crônica que envolve fadiga intensa e dores.

Com o tempo, o quadro piorou mesmo com fisioterapia, e Megan passou a conviver com dores constantes, dependendo de ajuda para atividades básicas. Ela se move rastejando ou em cadeira de rodas, e aponta que levantar da cama ou usar o banheiro é extremamente doloroso.

A cirurgia de amputação está prevista para agosto, enquanto Megan busca recursos para adquirir uma cadeira de rodas elétrica e equipamentos médicos que recuperem parte da independência perdida nos últimos anos.

Além disso, a jovem utiliza as redes sociais para compartilhar mensagens de apoio a outras pessoas com doenças graves e invisíveis, destacando a importância de ouvir o próprio corpo diante de sintomas negligenciados.

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