- O chá de quebra-pedra, da planta Phyllanthus niruri, será base de um medicamento produzido pela Fiocruz para distribuição na rede pública pelo SUS.
- O fármaco está em fase de estudos de estabilidade e aguarda aprovação definitiva da Anvisa para estar disponível.
- Atualmente, o SUS já oferece doze medicamentos fitoterápicos à base de plantas, com a Conitec responsável pela incorporação de novos itens na rede pública.
- O estudo da planta indica que seu princípio ativo pode atuar em diferentes etapas da litíase urinária, ajudando na formação e eliminação de cálculos.
- Pesquisadora da Farmanguinhos/Fiocruz ressalta a importância da integração entre conhecimentos tradicionais e medicina moderna para fortalecer a bioeconomia e a produção nacional.
O chá de quebra-pedra, da planta Phyllanthus niruri, será a base de um medicamento fabricado pela Fiocruz e distribuído pelo SUS. O fármaco está em fase de estudos de estabilidade, aguardando a aprovação da Anvisa.
O SUS já oferece 12 fitoterápicos à base de plantas, segundo a Rename. Para que um novo medicamento seja financiado com recursos da União, ele passa por um processo de incorporação conduzido pela Conitec.
Avanços e próximos passos
O estudo financiado pelo Ministério da Saúde aponta que o princípio ativo pode atuar em várias etapas da litíase urinária, ajudando desde a inibição da formação de cálculos até sua eliminação. A pesquisa envolve diferentes frentes da pasta.
De acordo com a pesquisadora de Farmanguinhos/Fiocruz, a planta reúne múltiplas propriedades, tornando o produto potencialmente inovador por atuar em etapas distintas da condição. A fusão entre saber tradicional e ciência moderna é destacada como valorização cultural e estímulo à bioeconomia.
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