- Diamante amarelo de 158,20 quilates foi encontrado em abril, em uma mina no Canadá que estava prestes a ser fechada.
- A mina Diavik, no Canadá, é a local onde ocorreu a descoberta.
- Os mineradores estimam que a pedra tenha se formado há cerca de dois bilhões de anos, destacando sua raridade geológica.
- O diamante amarelo é um dos cinco com mais de 100 quilates já encontrados no Canadá.
- A descoberta encerra um hiato de oito anos desde o último achado de grande relevância, após o diamante amarelo de 552 quilates em 2018; pedras amarelas correspondem a menos de 1% da produção.
O que aconteceu: mineradores identificaram um diamante amarelo de 158,20 quilates numa mina que estava prestes a fechar. A pedra foi encontrada em abril, pouco antes do encerramento das operações da mina Diavik, no Canadá.
Quem está envolvido: o achado foi feito por trabalhadores da operação da Diavik. A notícia é destaque para o setor, dada a raridade do material e o período de término da produção na mina.
Quando e onde: abril deste ano, na mina Diavik, localizada no Canadá. A descoberta ocorre pouco antes do fechamento das atividades da unidade.
Por que é relevante: o diamante amarelo de grande porte reforça a raridade geológica das pedras da região. Estima-se que a peça se formou há cerca de dois bilhões de anos, o que ressalta seu valor científico e comercial.
Detalhes da descoberta
Este diamante representa um dos cinco amarelos com mais de 100 quilates já encontrados no Canadá. Embora a mina tenha histórico de produção de diamantes brancos de alta qualidade, as pedras amarelas respondem por menos de 1% da produção.
Contexto histórico e impacto
A descoberta encerra um hiato de oito anos sem achados de grande relevância. Em 2018, houve um diamante amarelo de 552 quilates registrado na região, segundo reportes internacionais. A novidade reforça o interesse em parcerias e avanços no design científico no Ártico.
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