- O Boeing 747 Supertanker, conhecido como avião-bombeiro, tem capacidade para até 74.200 litros de água ou retardante e é autorizado a carregar 72.700 litros em missões regulares.
- O modelo já operou em operações intercontinentais com alcance de até 6.400 quilômetros sem reabastecimento.
- Pesa mais de 300 toneladas, atinge velocidade superior a 900 quilômetros por hora e recebeu adaptações estruturais desde 2015 para essa função.
- A tripulação é reduzida, com apenas quatro pessoas na cabine de comando para as descargas.
- O ciclo de combate a incêndios do 747 Supertanker encerrou definitivamente em abril de 2021, com a frota vendida à National Airlines e convertida em cargueiro comercial.
O Boeing 747 Supertanker, avião-bombeiro de alta capacidade, operou com a missão de lançar água ou retardante em grandes megaincêndios. O modelo, com quatro tripulantes, chegou a transportar até 74 mil litros para combater incêndios de larga escala.
O ciclo de combate a incêndios do 747 Supertanker encerrou-se definitivamente em abril de 2021. A aeronave, de matrícula N744ST, pertencia à Global SuperTanker Services, grupo investidor responsável pelo projeto, que encerrou operações por dificuldades financeiras.
Após o fechamento, a frota foi vendida para a National Airlines e a aeronave foi retransformada em cargueiro comercial. O fim das atividades ocorreu em meio a ajustes estratégicos do setor de aviação diante de um cenário econômico desafiador.
Fim das operações e motivações
A paralisação surpreendeu engenheiros e profissionais da área, especialmente porque a aeronave havia recebido atualizações de segurança recentemente. O anúncio foi feito por meio de comunicado interno enviado pelo presidente corporativo aos funcionários dos EUA.
Especificações técnicas
O 747 Supertanker foi adaptado entre 2015 e 2016 para uso tático com capacidade de até 74.200 litros de água ou retardante, autorizado a operar com 72.700 litros em missões regulares. O alcance era de até 6.400 quilômetros sem reabastecimento.
O peso operacional ultrapassava 300 toneladas, com velocidade superior a 900 km/h. A tripulação, reduzida, era composta por 4 profissionais na cabine de comando durante as descargas.
Observações finais
A reformulação da aeronave, de uso civil para tático, reforça a história de transformações no setor de aviões de combate a incêndios. O tema continua gerando debate sobre custos, eficiência e alternativas para o manejo de megaincêndios.
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