- Shelly, lêmure ruivo em estado crítico, completou 30 anos no dia 13 de maio no Blackpool Zoo, sendo considerada a sétima mais velha do mundo.
- No Reino Unido, acreditava-se que ela era a mais velha da espécie.
- Lêmures ruivos são classificados como criticamente ameaçados; na natureza, em Madagascar, costumam viver entre 15 e 20 anos.
- Alcançar 30 anos é descrito pelo zoológico como excepcionalmente raro.
- O chefe de seção, Luke Minns, disse que Shelly é um animal muito especial, embaixadora da espécie e exemplo de como conhecimento especializado pode prolongar a vida de animais.
Shelly, uma lemur de ruffed vermelho, completou 30 anos, tornando-a a sétima mais velha do mundo. A celebração ocorreu no Blackpool Zoo, no dia 13 de maio.
A espécie é classificada como criticamente em perigo, o que significa alto risco de extinção na natureza. No habitat natural, em Madagascar, a expectativa de vida costuma ficar entre 15 e 20 anos. Chegar aos 30 é considerado excepcionalmente raro.
No Blackpool Zoo, a idade de Shelly é vista como um marco para a espécie e para o manejo de fauna em cativeiro. O zoológico destacou o papel de especialistas e da dedicação diária no cuidado de animais mais velhos.
Shelly como embaixadora da espécie
O responsável pela seção do parque, Luke Minns, afirmou que Shelly representa a espécie e demonstra como conhecimento técnico pode ampliar a longevidade e a qualidade de vida dos lemures. Shelly também serve para sensibilizar o público sobre a conservação.
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