- A Anvisa aprovou o depemoquimabe, comercializado como Densurko, da GSK, primeira opção de ação semestral para asma e rinossinusite crônica com pólipos nasais associada à inflamação do tipo 2.
- O medicamento é administrado por via subcutânea a cada seis meses, oferecendo terapia de longa duração.
- É indicado como tratamento complementar em casos não controlados dessas condições respiratórias, com inflamação tipo 2.
- Dados de estudos clínicos mostraram redução média de cerca de cinquenta por cento no número de crises de asma ao longo de quase um ano.
- Em rinossinusite, houve diminuição do tamanho dos pólipos, melhoria da obstrução nasal e menor necessidade de corticoides.
O primeiro medicamento de ação semestral para asma e rinossinusite crônica recebeu aprovação no Brasil. O depemoquimabe será comercializado sob o nome Densurko e é produzido pela GSK. A Anvisa autorizou o lançamento, estruturando uma nova opção terapêutica para pacientes com inflamação do tipo 2.
O medicamento é indicado para quadros de asma e rinossinusite crônica com pólipos nasais associados à inflamação tipo 2. O efeito esperado é a redução da atividade inflamatória que compromete a respiração e o funcionamento das vias aéreas.
A administração ocorre por meio de injeção subcutânea a cada seis meses, característica inédita nesse tipo de tratamento. A farmacêutica informou que a dose semestral visa facilitar a adesão ao tratamento.
Detalhes do medicamento
A aprovação baseia-se em dados de estudos clínicos que mostraram segurança e eficácia em pacientes com as duas doenças. Em acompanhamento próximo, houve queda média de crises de asma em torno de 50% ao longo de quase um ano.
Para rinossinusite, foram observadas reduções no tamanho dos pólipos nasais e na obstrução das vias aéreas, além da diminuição da necessidade de medicamentos com fortes efeitos colaterais, como corticoides.
O depemoquimabe atua como anticorpo monoclonal que bloqueia uma substância-chave no circuito inflamatório do sistema respiratório. A droga é apresentada como terapia complementar para casos não controlados dessas condições.
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