- Anvisa divulgou um boletim epidemiológico alertando sobre casos de intoxicação hepática associada a suplementos alimentares com cúrcuma, com base em estudos internacionais.
- O documento não proíbe a venda ou uso dos produtos; recomenda interromper o consumo se surgirem sintomas e procurar atendimento médico com informações sobre medicamentos e substâncias ingeridos.
- Medidas semelhantes foram adotadas por Itália, Austrália, Canadá e França.
- O episódio do Pílula Farmacêutica traz o acadêmico Felipe Rodrigues, orientado pela professora Regina Andrade, explicando o conteúdo do boletim.
A Agência Nacional de Vigilância Sanitária publicou no fim de março um boletim que aponta riscos de intoxicação hepática associados a suplementos alimentares que contêm cúrcuma. A informação decorre de estudos internacionais sobre segurança da substância.
O episódio é apresentado pelo podcast Pílula Farmacêutica, com participação de Felipe Rodrigues e orientação de Regina Andrade, da Faculdade de Ciências Farmacêuticas de Ribeirão Preto da USP. O material não proíbe a comercialização nem o consumo.
A Anvisa orienta que consumidores interrompam o uso em caso de sinais de mal-estar e procurem atendimento médico, informando os medicamentos e substâncias ingeridos anteriormente.
Boletim da Anvisa e contexto internacional
O comunicado cita evidências de estudos realizados na Itália, Austrália, Canadá e França, usados como referência para monitorar a segurança de suplementos com cúrcuma.
Não há relatos de casos no Brasil citados no texto, mas a agência reforça a necessidade de avaliação clínica diante de sintomas hepáticos.
A orientação é manter a vigilância sobre produtos com cúrcuma, especialmente para pessoas com condições prévias de fígado ou que fazem uso de outros fármacos.
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