- O Solaris Urbino 12 Hydrogen usa célula de combustível a hidrogênio, emitindo apenas vapor de água e não depende de recarga na tomada.
- O ônibus pode percorrer até 350 quilômetros com uma única carga, e o tempo de abastecimento é de cerca de 10 minutos.
- A arquitetura modular permite configurar os assentos internos e utiliza tanques de teto de materiais compostos para armazenar o hidrogênio com alta pressão.
- Em relação aos elétricos com baterias, a principal vantagem é o abastecimento rápido e maior autonomia para rotas longas.
- O desafio principal é o custo de infraestrutura para tornálos alimentadores com hidrogênio verde, exigindo investimentos públicos e cooperação entre fabricantes e governos na Europa.
O ônibus Solaris Urbino 12 Hydrogen surge como referência na mobilidade urbana europeia ao utilizar uma célula de combustível movida a hidrogênio, permitindo viagens limpas sem depender de recargas prolongadas. O sistema transforma hidrogênio em eletricidade para motores elétricos, com emissão de vapor d’água como único subproduto.
A tecnologia dispensa baterias pesadas e recargas em tomada, o que reduz peso e tempo de abastecimento. O veículo armazena cerca de 50 kg de hidrogênio no teto e transporta até 140 passageiros, operando com baixos níveis de ruído em linhas urbanas.
Desempenho e especificações
O modelo Urbino 12 Hydrogen oferece autonomia de até 350 km e tempo de recarga de aproximadamente 10 minutos. A potência da célula chega a 70 kW, o que sustenta o funcionamento contínuo dos motores elétricos em rotas densas.
A arquitetura modular permite flexibilidade na configuração interna, com tanques de teto de materiais compostos para maior segurança. O design facilita ajustes conforme demanda de ocupação e trajetos urbanos.
Desafios de infraestrutura
Especialistas apontam o alto custo de implantação de estações de abastecimento dedicadas como entrave inicial. A produção de hidrogênio verde em escala exige investimentos públicos expressivos e subsídios para a transição energética.
A consolidação depende de redes logísticas integradas e de cooperação entre fabricantes, governos e operadores. A Europa avança na colaboração para tornar o transporte público urbano mais sustentável e livre de poluentes.
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