- Anduril Industries e Meta assinaram um contrato de 159 milhões de dólares para desenvolver óculos inteligentes que ampliem a capacidade operacional de soldados, integrados ao capacete EagleEye.
- Os óculos de realidade aumentada exibem mapas, identificam perfis de veículos inimigos, calculam distância de disparo, processam ameaças em tempo real e sobrepõem dados táticos ao ambiente.
- A visão futura envolve funções especiais, como ordenar ataques com drones por meio de rastreamento ocular e comandos de voz.
- A parceria usa a plataforma de software Lattice da Anduril, que atua como o “cérebro” do sistema ao integrar dados dos óculos com a rede do campo de batalha, enquanto a Meta busca recuperar parte do investimento em realidade virtual e aumentada.
Em 22 de maio de 2026, a Anduril Industries e a Meta anunciaram a assinatura de um contrato de 159 milhões de dólares para desenvolver óculos inteligentes destinados a ampliar a capacidade operacional de soldados no campo de batalha. O projeto integra o capacete da Anduril com o sistema EagleEye de visão assistida.
Os óculos de realidade aumentada exibem mapas, identificam perfis de veículos inimigos, calculam distâncias de disparo e processam ameaças em tempo real. Dados táticos são sobrepostos ao ambiente, aumentando a percepção situacional do usuário.
A parceria envolve a plataforma de software Lattice da Anduril, que funciona como o cérebro do sistema ao combinar dados captados pelos óculos com informações da rede de campo de batalha. Para a Meta, o acordo marca uma continuidade no aproveitamento de investimentos em realidade aumentada, após ajustes no foco do metaverso.
A meta é evoluir para funções avançadas, incluindo comandos de voz e rastreamento ocular para disparo de drones. A iniciativa reforça a direção de transformar tecnologias de entretenimento em aplicações militares de uso potencialmente ofensivo, seguindo o interesse de ambas as empresas.
O acordo ressalta o interesse de empresas de tecnologia em atuar em ambientes de defesa, com soluções que combinam hardware e software para tomada de decisão rápida. Autoridades e especialistas devem acompanhar a implementação e as implicações éticas e legais desse tipo de ferramenta.
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