- Relatório da agência WGSN aponta tendências para 2025: foco em soluções mais eficazes, sustentáveis e tecnológicas.
- Saúde do microbioma da pele ganha destaque, com produtos pré, pró e pós-bióticos para equilibrar a barreira e combater inflamações.
- Inteligência artificial é cada vez mais usada no skincare, com scanners e apps para análises personalizadas que aumentam a eficácia.
- Skinimalismo permanece em alta: rotinas minimalistas com produtos multifuncionais para reduzir desperdício e facilitar ajustes conforme a pele.
- Proteção contra poluição e fatores ambientais avança, com antioxidantes como niacinamida e vitamina C; adaptógenos ajudam a lidar com estresse na pele; e biohacking inclui peptídeos biomiméticos e dispositivos como máscaras de LED para estimular o colágeno.
A agência de tendências WGSN aponta, para 2025, inovações profundas no cuidado com a pele. O foco está em soluções mais eficazes, sustentáveis e tecnologicamente avançadas. As previsões destacam mudanças tanto em fórmulas quanto em abordagens de uso cotidiano.
Segundo o relatório, a saúde do microbioma cutâneo passa a ser central. Comunidades de microrganismos na pele ajudam a regular o pH e a defesa natural contra germes. Produtos com pré, pró e pós-bióticos devem ganhar espaço.
Além disso, a inteligência artificial ganha aplicação crescente no skincare. Scanners e apps devem oferecer análises personalizadas, elevando a eficácia de tratamentos e a precisão de recomendações.
O conceito de skinimalismo
O skinimalismo segue em evidência, defendendo rotinas simples com itens multifuncionais. A ideia é reduzir desperdício e evitar sobrecarga de ativos, facilitando a avaliação da resposta da pele a cada produto.
Proteção contra poluição e ambiente
A proteção vai além do protetor solar, incluindo barreiras contra poluição digital e luz azul. Antioxidantes como niacinamida e vitamina C devem atuar para prevenir danos oxidativos e envelhecimento precoce.
Adaptógenos na rotina
Adaptógenos como ashwagandha e centella asiática devem surgir como aliados da pele sob estresse. Esses ativos ajudam a regular a resposta do organismo a situações desafiadoras.
Biohacking no skincare
A tendência de biohacking mira aprimorar o funcionamento natural da pele. Peptídeos biomiméticos e ativos regenerativos devem aparecer em produtos, com dispositivos como máscaras de LED e microcorrentes para estimular o colágeno.
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