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Demência da mãe leva filho a viver o presente com ela

Apresentadora Ruth Langsford cobra diagnóstico rápido de demência após cuidar da mãe; média de espera é de três anos e meio para confirmação

Ruth Langsford has called for quicker diagnosis of dementia as she spoke about the condition, which both her mother and father have had
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  • A apresentadora Ruth Langsford cuida da mãe, Joan, de 94 anos, que tem demência, e diz que tenta viver no momento com ela.
  • Ela pediu que haja diagnóstico mais rápido para que pessoas com demência e seus entes queridos recebam cuidado e apoio mais cedo.
  • Langsford afirmou que o maior desafio é obter o diagnóstico; com ele é possível aceitar o que está acontecendo.
  • A mãe de Ruth cuidou do pai, Dennis, que viveu com demência até a morte em dois mil doze, antes de a família se mudar para ficar perto de Ruth.
  • Um relatório da Alzheimer’s Society mostra que, em média, há três anos e meio entre o início dos sintomas e o diagnóstico; a organização critica o atraso no sistema de cuidado.

Ruth Langsford, apresentadora da televisão britânica, disse que tenta viver no momento ao lado da mãe, Joan, que tem demência de 94 anos, e pediu maior agilidade no diagnóstico da doença. A declaração foi feita durante entrevista à BBC Radio Surrey.

A apresentadora, conhecida por programas como This Morning e Loose Women, contou que acompanha a mãe desde a juventude e que, ao sair de casa, Joan não lembra que ela já esteve presente. Langsford afirmou que o maior desafio é obter o diagnóstico.

Ela comentou ainda que, apesar de a mãe ainda reconhecer a filha, a família já vivenciou o impacto da demência com o pai, Dennis, que manteve tratamento até falecer em 2012. O casal morava inicialmente em Cornwall, antes de se aproximarem de Ruth.

Desempenho do diagnóstico e cenário nacional

A Alzheimer’s Society, na qual Langsford atua como embaixadora, publicou dados de que a pessoa com demência pode aguardar, em média, três anos e meio entre os primeiros sinais e o diagnóstico formal. O atraso é visto como impacto direto no acesso a cuidados.

Michelle Dyson, CEO da instituição, afirmou que o sistema de cuidado no Reino Unido enfrenta atrasos, negligência e demora no diagnóstico. Em tempos de informação rápida, muitos aguardam por respostas que deveriam chegar mais cedo, segundo a dirigente.

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