- A Lua se afasta da Terra a uma taxa de quatro centímetros por ano, estando a cerca de 384.400 quilômetros de distância em média, conforme a NASA.
- A distância atual indica que a Lua está se afastando do nosso planeta, ganhando aproximadamente uma polegada (2,5 centímetros) por ano.
- A Lua teria se formado após a colisão entre a Terra e um corpo do tamanho de Marte, há bilhões de anos; os destroços deram origem ao nosso satélite natural.
- Estruturalmente, o núcleo interno é sólido e rico em ferro, rodeado por uma camada líquida também de ferro; o manto contém olivina e piroxênio, e a crosta varia em espessura entre 40 e 60 quilômetros.
- A Lua gira sobre a Terra no mesmo tempo que orbita, completando a órbita em 27 dias terrestres; o ciclo aparente de fases resulta da mudança de iluminação conforme a Terra se move ao redor do Sol.
A Lua se afasta da Terra em média 4 cm por ano, segundo dados da NASA. Hoje, o corpo celeste está a cerca de 384.400 km do nosso planeta. A distância adicional, de aproximadamente 2,5 cm anuais, é consequência de interação gravitacional entre os dois corpos.
Segundo a agência espacial, a Lua tem menos de um terço da largura da Terra, com raio de cerca de 1.740 km. Acredita-se que o satélite se formou após a colisão de um corpo do tamanho de Marte com a Terra, há bilhões de anos, gerando material que se agregou.
A crosta lunar e a geologia do satélite são resultados de processos que ocorreram ao longo de milhões de anos, incluindo o resfriamento de um oceano de magma. O núcleo interno sólido fica dentro de uma camada externa de ferro líquido.
Órbita e rotação
A Lua gira exatamente na mesma velocidade que orbita a Terra, mantendo o mesmo rosto voltado para nós. A diferença de iluminação ao longo do mês gera as fases lunares, como lua cheia e lua nova.
Ela completa uma órbita em 27 dias, e a rotação interna ocorre no mesmo período. A Terra, ao redor do Sol, faz com que o ciclo aparente tenha aproximadamente 29 dias.
Água na Lua
Com exploração e amostras das missões Apollo e Luna, verificou-se que a Lua não é seca. Em 2008, a Chandrayaan-1 detectou moléculas de hidroxila na superfície. Vastas áreas de gelo aparecem em regiões permanentemente sombreadas dos polos.
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