- O ChatGPT da OpenAI pode transformar selfies comuns em retratos com aspecto de ensaio de estúdio, ajustando iluminação, profundidade de campo, nitidez e detalhes da pele.
- O objetivo é gerar imagens com visual corporativo para LinkedIn, currículos ou redes sociais, sem exigir domínio de editores de imagem.
- O processo envolve abrir o ChatGPT, fazer login, enviar a selfie e colar um prompt específico para orientar a IA na criação da foto profissional.
- A técnica não substitui o trabalho de um fotógrafo, mas pode ser útil para obter uma imagem de qualidade quando há necessidade rápida.
- O resultado esperado é um retrato editorial premium, ultra-realista, com aparência de foto profissional de estúdio, mantendo características faciais reais e sem parecer selfie.
A reportagem analisa como o ChatGPT, ferramenta da OpenAI, pode transformar selfies em retratos com aparência de ensaio de estúdio. A técnica ajusta iluminação, profundidade de campo, nitidez e detalhes da pele para uso profissional.
Segundo o texto, a criação de imagens com IA não substitui o trabalho de um fotógrafo, mas oferece suporte em situações de urgência. O recurso tem potencial para resultados com visual corporativo em plataformas como LinkedIn, currículos e redes sociais.
Para gerar a foto profissional, o usuário precisa enviar uma selfie ao ChatGPT, inserir um prompt específico e aguardar a entrega da imagem atualizada. O passo a passo é apresentado pela matéria para orientar o usuário.
A matéria também detalha o tipo de prompt utilizado, que descreve enquadramento, iluminação, qualidade e retoques. O objetivo é manter traços faciais reais, textura da pele e aparência natural, semelhante a uma foto de estúdio.
Entre as etapas, há recomendações sobre o enquadramento (peito para cima), iluminação suave, e um fundo minimalista desfocado. O texto enfatiza que a imagem final deve soar autêntica, sem parecer gerada por IA ou com aparência de selfie.
Cuidados ao usar selfies em IA são destacados, como a necessidade de preservar traços naturais e evitar exageros de edição. A reportagem reforça a importância de avaliar a pertinência do uso de IA em contextos profissionais.
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