- A Pax, startup brasileira de inteligência artificial criada em 2019, desenvolve plataforma que analisa imagens de vigilância para identificar suspeitos em tempo real.
- A empresa já tem contratos com órgãos de segurança estaduais, incluindo Goiânia, para monitorar imagens e acelerar a identificação de suspeitos.
- O objetivo é expandir as operações pelo Brasil e para outros países da América Latina, com investimento de firmas de capital de risco dos EUA.
- O financiamento recente foi de 10 milhões de dólares, com participação de investidores como Uber Technologies Inc., para ampliar a equipe, desenvolver novos recursos e escalar a operação.
- A expansão ocorre enquanto a violência no Brasil aumenta e cresce a pressão por melhorias na segurança pública.
Pelo menos 10 milhões de dólares foram captados por Pax, empresa brasileira de IA voltada a policiamento, em rodada de investimento liderada por fundos de risco dos EUA. O aporte sinaliza confiança externa na capacidade da tecnologia de ampliar a atuação de autoridades de segurança.
Fundada em 2019, Pax desenvolveu uma plataforma que analisa imagens de vigilância em tempo real para identificar suspeitos. Em Goiânia, capital de Goiás, agentes já utilizam o sistema para monitorar vídeos e acelerar a identificação de suspeitos.
A empresa planeja expansão rápida no Brasil e em outros países da América Latina, com foco em ampliar equipes, recursos e funcionalidades. Além de contratos já firmados com algumas secretarias, novas negociações estão em andamento.
Investimento e expansão
O financiamento, somado a conversas em andamento, visa ampliar a presença da Pax nacionalmente e regionalmente. Investidores dos EUA destacam o potencial da solução para desafios de segurança pública no Brasil.
Maria Gomez, sócia de fundo de risco participante, reforçou o interesse externo, citando a possibilidade de melhoria na resposta policial diante do índice de violência. A empresa também planeja novas recursos para desenvolvimento de funcionalidades.
Tecnologia e uso institucional
A plataforma utiliza IA para analisar imagens ao vivo, detectar comportamentos suspeitos e acionar equipes em tempo real. Além de reconhecimento facial, há uso de dados biométricos para identificação de indivíduos.
A Pax sustenta que a tecnologia já é adotada por várias polícias municipais e está em fase de negociações com outros órgãos. O objetivo é ampliar o alcance e a velocidade de resposta a incidentes.
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