- A BMW vai usar robôs humanóides do modelo Aeon, desenvolvido pela Hexagon Robotics, em suas fábricas pela primeira vez, a partir do verão europeu.
- Os robôs estão em testes na fábrica de Leipzig, na Alemanha, com objetivo de aprender por reforço repetindo tarefas.
- Durante os testes, sensores foram instalados em operadores humanos para ensinar as máquinas por aprendizado por imitação; futuro objetivo é fazer as máquinas aprenderem apenas pela observação.
- O Aeon tem 1,65 metro de altura, 60 quilos, velocidade de 2,4 metros por segundo e capacidade de transportar até 15 quilos, com 21 sensores para interação com o ambiente.
- A autonomia é de três horas, com troca de bateria em cerca de três minutos; a iniciativa é vista como marco na indústria automotiva, favorecida pela redução de custos e pela adaptação a linhas existentes.
A BMW anunciou a incorporação de robôs humanoides em suas fábricas, pela primeira vez. Os modelosAeon, desenvolvidos pela Hexagon Robotics, entrarão nas linhas de produção a partir do verão europeu. A etapa inicial ocorre na Alemanha, com testes em Leipzig.
Os robôs Aeon foram colocados para repetir tarefas repetitivas milhares de vezes, com o objetivo de optimizar estratégias por meio de aprendizado por reforço. Paralelamente, sensores registraram movimentos dos operadores humanos para futuras transferências de técnica.
A BMW pretende usar as máquinas em operações que exigem ambiente próximo aos trabalhadores. A iniciativa marca um marco para o setor automotivo, ao combinar robótica avançada com ambientes de fábrica.
Modelo Aeon
O Aeon tem 1,65 m de altura e pesa 60 kg. Pode atingir 2,4 m/s e transportar itens de até 15 kg. A máquina conta com 21 sensores para interação com o ambiente, ampliando a capacidade de resposta ao entorno.
A autonomia é de três horas, com possibilidade de troca rápida de bateria. Em cerca de três minutos, o robô retorna à estação de carregamento, permitindo atuação prolongada nas linhas de produção.
Contexto e objetivos
A novidade surge como resposta a custos crescentes de reformulação de linhas de produção. Reduzir gastos com adaptação de infraestrutura favorece a adoção de robôs em ambientes já existentes, destacando o potencial de ganhos de eficiência.
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