- A computação quântica é apontada como a próxima grande revolução na saúde, com potencial para acelerar pesquisas e encurtar o desenvolvimento de medicamentos, segundo Marcelo Braga, CEO da IBM Brasil.
- Se a IA já é revolucionária, a computação quântica poderia elevar esse impacto a outra potência, afirma Braga.
- A IA já gera resultados concretos no setor de saúde, com ganhos de eficiência operacional e redução de custos na Dasa, segundo o CEO Rafael Lucchesi.
- A Dasa analisa mais de 450 milhões de exames, aumentando produtividade sem precisar ampliar o capital na mesma escala.
- A principal barreira para adoção ampla da IA é o letramento digital de lideranças e profissionais de saúde, aponta Paulo Magnus, CEO da MV Saúde, que fatura R$ 741 milhões.
A Roundtable sobre o futuro da saúde discute a possível revolução trazida pela computação quântica, apontada como uma próxima grande mudança tecnológica no setor. A ideia é acelerar pesquisas e reduzir o tempo de desenvolvimento de medicamentos, segundo Marcelo Braga, CEO da IBM Brasil.
Braga afirma que, se a IA já é transformadora, a computação quântica pode levar a ganhos ainda maiores, elevando a eficiência de pesquisas e a velocidade de descobertas na saúde.
Avanços atuais da IA na saúde
A IA já entrega resultados concretos em empresas do setor. A Dasa aponta ganhos em eficiência operacional e redução de custos, com melhora na produtividade sem necessidade de aumento proporcional de资本.
Segundo Rafael Lucchesi, CEO da Dasa, a empresa analisa mais de 450 milhões de exames, ampliando a produção e mantendo o ritmo de investimentos.
Desafios para adoção
Para Paulo Magnus, fundador e CEO da MV Saúde, a maior barreira da adoção ampla de IA é o letramento digital entre lideranças e profissionais de saúde, o que dificulta a implementação de novas ferramentas. Magnus comanda uma empresa brasileira de softwares em gestão de saúde que fatura cerca de R$ 741 milhões.
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