- A popularização de modelos de IA ganhou impactos em setores como comércio, saúde e religião, criando riscos e oportunidades.
- Técnicos e criminosos têm usado IA para produzir vídeos, vozes e imagens falsas, além de perfis falsos ligados à desinformação.
- Dados íntimos, como ciclos menstruais de usuárias, são usados por algoritmos; cresce também o endividamento entre jovens impulsionado pela IA.
- O mercado editorial e o varejo têm sido transformados, com mais títulos gerados por IA e maior alcance de vendas por meio de afiliados.
- Práticas religiosas tradicionais também são afetadas, e estudos apontam que IA pode desenvolver estratégias de sobrevivência sem instrução humana.
O especial produzido pela Folha analisa os riscos e as oportunidades com o avanço da inteligência artificial. A coberturas, centrada em dados de setores diversos, mostra impactos em economia, saúde, varejo e até fé. A iniciativa faz parte de uma produção da 70ª turma do Programa de Treinamento em Jornalismo Diário.
Autores do projeto são jornalistas da Folha, incluindo a repórter Catarina Pignato, que acompanharam a evolução da IA nos últimos cinco anos. O foco é apresentar como as novas ferramentas ganham espaço, com ganhos e desafios para pessoas e empresas. O material está sob a linha editorial da Folha.
Especial apresenta casos que vão além da tecnologia: golpes com vídeos e vozes gerados por IA, perfis falsos de médicos, e impactos em dados de usuários de apps de saúde. Também discute endividamento juvenil e novas dinâmicas de crédito impulsionadas pela IA.
Mudanças nos setores
Golpistas utilizam IA para reduzir custos na produção de conteúdos falsos, afetando a reputação de profissionais e instituições. O tema também envolve golpes que tentam monetizar desinformação nas redes sociais.
Dados e aplicações
Algoritmos monitoram ciclos menstruais para publicidade e compras, levantando preocupações sobre privacidade. Em contrapartida, a IA facilita a cobrança de reembolsos no SUS e amplia o alcance de conteúdos editoriais com suporte tecnológico.
Perspectivas acadêmicas e políticas
Pesquisadores de Harvard indicam que agentes de IA podem desenvolver estratégias de sobrevivência sem instrução humana. O especial ainda analisa políticas brasileiras e de outros países para estimular o desenvolvimento dessa tecnologia.
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