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Exposição une arte e ciência para refletir sobre parto e direitos reprodutivos

Exposição reúne arte e ciência para discutir parto e direitos reprodutivos, ampliando o parto normal e buscando reduzir cesarianas desnecessárias

Exposição Sentidos do Nascer tem o objetivo de incentivar o parto normal, a percepção do nascimento e as sensações de todas as etapas de uma gestação – Foto: José Cruz/Agência Brasil
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  • Exposição Sentidos do Nascer une arte e ciência para debater parto, nascimento e direitos reprodutivos, com visitação gratuita em São Paulo até maio de 2027, na Escola de Enfermagem da USP, Cerqueira César.
  • A mostra é organizada por parceria entre a Universidade Federal de Minas Gerais, a Secretaria Municipal de Saúde de Belo Horizonte e entidades da USP, com apoio financeiro de governo federal, pesquisa e fundação internacional.
  • A mostra destaca que quase 60% dos partos no Brasil são por cesariana, índice acima das metas da Organização Mundial da Saúde, para incentivar o parto normal e reduzir cesarianas desnecessárias.
  • A exposição é dividida em cinco módulos: Gestação, Mercado do Parto, Controvérsias, Parto e Conversas, com experiências imersivas, debates, filmes e depoimentos.
  • Horários e locais: Quintas e sextas, das 9h às 17h; sábados, das 9h às 13h; endereço completo na av. dr. Enéas de Carvalho Aguiar, 419, em Cerqueira César.

Com a finalidade de ampliar o debate sobre parto no Brasil, a exposição Sentidos do Nascer chega a São Paulo para promover reflexões sobre nascimento, direitos reprodutivos e parto normal. A mostra é gratuita e fica na Escola de Enfermagem da USP.

A iniciativa reúne arte e ciência para desmistificar percepções sobre o nascimento. O projeto já passou por várias cidades, com visitas que chegam a dezenas de milhares de pessoas. Em São Paulo, fica na EEUSP, em Cerqueira César, até maio de 2027.

A mostra é uma parceria entre a UFMG, a Secretaria Municipal de Saúde de Belo Horizonte e a EE/USP, com apoio da FSP e EACH da USP e financiamiento do Ministério da Saúde, CNPq e da Fundação Gates. Além de SP, já foi montada em Belo Horizonte e no Rio de Janeiro.

Objetivo e contexto

Segundo os organizadores, quase 60% dos partos no Brasil são cesáreas, índice acima das recomendações da OMS. A exposição aponta impactos da prática excessiva de cesariana, como redução da produção de ocitocina e riscos para bebês e mães.

Estrutura da exposição

A mostra é dividida em cinco módulos. Em Gestaçã o visitante é colocado no lugar da gestante, refletindo sobre o Plano de Parto. No Mercado do Parto, o visitante enfrenta a pressão de produtos e serviços que cercam a gestação.

Continuação da experiência

No módulo Controvérsias, diferentes atores debatem formatos de parto, mitos e expectativas. Em Parto, há uma vivência sensorial que simula o canal do nascimento. Por fim, Conversas oferece espaço para depoimentos, filmes e debates.

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