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Italiano é resgatado após ficar preso em caverna a 120 m de profundidade

Pesquisador italiano de 20 anos fica preso com a perna sob pedra de 200 kg a 120 metros de profundidade; resgate de 12 horas utiliza tapetes pneumáticos e termina sem ferimentos graves

Imagens divulgadas nas redes sociais mostram os socorristas resgatando Nicolò Astori, 20, que havia sido imobilizado por uma pedra gigante
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  • Nicolò Astori, de 20 anos, ficou preso com a perna sob uma pedra de 200 kg em uma gruta chamada Grutta dei Cinghiali Volanti, a 120 metros de profundidade, nos arredores de Turim.
  • A operação mobilizou cinquenta e três agentes do Serviço de Resgate Alpino e Espeológico e durou cerca de doze horas.
  • o jovem foi encontrado vivo e consciente, sem fraturas, com a perna presa, mas sem piora no estado de saúde.
  • para liberar a pedra, os socorristas usaram uma técnica com tapetes pneumáticos, movendo a rocha gradualmente até a liberação completa.
  • após o resgate, Astori recebeu atendimento médico dentro da gruta e foi levado de ambulância para um hospital próximo.

Um pesquisador italiano de 20 anos ficou preso em uma caverna a 120 metros de profundidade, após uma rocha de cerca de 200 kg prender sua perna. Nicolò Astori estava na Grutta dei Cinghiali Volanti, nos arredores de Turim, quando não conseguiu retornar à superfície no último domingo, 31. A operação de resgate mobilizou equipes de espeleologia e salvamento. O episódio ocorreu no norte da Itália, motivado pela queda de uma rocha durante a exploração.

Ao todo, 53 agentes do Serviço de Resgate Alpino e Espeológico (Cnsas) atuaram na liberação do jovem. O resgate começou ainda na noite de domingo e se estendeu pela madrugada de segunda-feira, seguindo protocolos de acesso em cavernas complexas. A intervenção visou evitar agravantes decorrentes do ambiente subterrâneo e das passagens estreitas.

Para levantar a pedra, os socorristas recorreram a uma técnica com tapetes pneumáticos, que permitiu mover o bloco gradualmente. Astori foi encontrado vivo e consciente, com a perna presa, mas sem ferimentos graves aparentes. A operação terminou com a retirada da vítima até a superfície, seguida de atendimento médico de campo e transporte a um hospital próximo.

Resgate e desfecho

O jovem participou ativamente do esforço de resgate, o que facilitou o procedimento apesar das dificuldades do ambiente subterrâneo. Segundo o chefe da operação, a rocha não causou fraturas nem esmagamento, o que ajudou na decisão de conduzir o resgate a pé por parte da vítima quando possível. O quadro evoluiu para estabilização no posto médico improvisado dentro da gruta, antes do encaminhamento hospitalar.

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