- Pat Brogan, 68 anos, de Cowdenbeath, Escócia, é um dos primeiros pacientes a se beneficiar de um medicamento inteligente que ajuda o sistema imune a detectar células cancerígenas.
- Diagnosticado com câncer de pulmão no estágio quatro em 2021, ele participou do estudo em 2025 após perder a voz e ter tumores que afetavam as cordas vocais.
- Os tumores dele encolheram quase um terço, após receber a droga GRWD5769, que evita que as células cancerígenas se escondam do sistema imune.
- O tratamento envolve uma terapêutica inteligente e resultados foram apresentados na maior conferência de oncologia do mundo, em Chicago.
- Brogan afirma ter recuperado a qualidade de vida, planeja levar a filha ao altar neste mês e viajar à Espanha com a esposa, Linda.
Pat Brogan, morador de Cowdenbeath, na Escócia, é um dos primeiros pacientes a se beneficiar de uma droga inteligente experimental que pode tornar visível o câncer aos tratamentos. O homem de 68 anos teve redução de quase um terço nos tumores após ingressar no estudo em 2025, após diagnóstico de câncer de pulmão em estágio IV em 2021.
Ele foi diagnosticado após perder a voz e enfrentar novas lesões detectadas por exames médicos. Antes, passou por quimioterapia e imunoterapia por cerca de três anos, com retorno do crescimento tumoral. Diante das opções, optou pela participação no ensaio clínico.
A droga testada, GRWD5769, atua impedindo que as células cancerígenas se ocultem do sistema imune, permitindo que a imunoterapia aja de maneira mais eficaz. Os resultados foram apresentados em uma das maiores conferências de oncologia, em Chicago, reforçando o potencial da abordagem.
Brogan descreve a evolução como um retorno à vida: mantém boa qualidade de vida, realiza caminhadas diárias com o cão Seamus e planeja viagens com a esposa, Linda. A família celebra momentos como o casamento da filha, marcado para este mês, no qual ele poderá acompanhá-la ao altar.
O paciente afirma que a recuperação trouxe novamente planos e alegria cotidiana, incluindo atividades com os netos. Agradece ao professor Stefan Symeonides e à equipe de Edimburgo pelo suporte, bem como aos demais pacientes que participaram da pesquisa.
Ele destaca ainda o impacto positivo da participação no estudo: a esperança é melhorar o tratamento para outras pessoas com câncer no futuro. Brogan reforça o papel crucial da pesquisa clínica na ampliação de opções terapêuticas.
Estudo e participante destacam-se pela possibilidade de transformar tratamentos que antes não tinham resposta em opções com maior eficácia. A comunidade médica acompanha os desdobramentos e a viabilidade da droga no tratamento de cânceres avançados.
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