- A Anvisa suspendeu a venda, distribuição e uso do Lote 148386 do medicamento Halaven (mesilato de eribulina) a 0,5 mg/ml, utilizado no tratamento de câncer de mama localmente avançado ou metastático e de sarcomas.
- A empresa United Medical Ltda. informou o recolhimento voluntário do Halaven devido a desvio de qualidade relacionado ao teor do princípio ativo abaixo da especificação.
- A agência também proibiu lotes do enalaprilato de 20 mg com embalagem para uso hospitalar, devido a inconsistências de informações em diversos lotes: 0062/26M, 0063/26M, 0064/26M, 0088/26M, 0089/26M, 0358/26M, 0415/26M, 0506/26M e 0507/26M.
- A Hipolabor Farmacêutica Ltda. afirmou que houve desvio de qualidade por inconsistência textual na embalagem secundária, com erro na indicação de “10 mg” na composição.
- A CNN Brasil procurou as farmacêuticas envolvidas para posicionamento.
A Anvisa suspendeu nesta terça-feira lotes de medicamentos de controle de pressão arterial e de câncer, após identificar inconsistências em produtos de farmacêuticas. A medida envolve a proibição de venda, distribuição e uso.
O primeiro lote atingido é o 148386 do Halaven, mesilato de eribulina, 0,5 mg/ml, solução injectável para câncer de mama localmente avançado ou metastático e para sarcoma de tecidos moles. A suspensão foi anunciada pelo órgão regulador.
A United Medical Ltda. comunicou o recolhimento voluntário do medicamento por desvio de qualidade, relacionado ao teor do princípio ativo abaixo da especificação aprovada. A Anvisa confirmou a proibição de comercialização.
Medidas e Lotes Suspensos
Além do Halaven, a Anvisa interditou lotes do enalapril maleato 20 mg com embalagem hospitalar, usado no controle da pressão arterial. Os lotes com inconsistências de informações são: 0062/26M, 0063/26M, 0064/26M, 0088/26M, 0089/26M, 0358/26M, 0415/26M, 0506/26M e 0507/26M.
A Hipolabor Farmacêutica Ltda. informou que houve desvio de qualidade devido a inconsistência textual na embalagem secundária, com erro na indicação de 10 mg na descrição da composição. Em nota, a fabricante não detalha novas informações técnicas.
A CNN Brasil solicitou posicionamento às empresas envolvidas, que ainda não divulgaram respostas oficiais no momento desta publicação. As informações oficiais permanecem sob apuração pela agência reguladora.
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