- Jason Cox, diretor executivo de P&D da Disney, chamou publicamente o chatbot Sam de seu “filho” em posts nas redes sociais.
- Cox descreveu o bot como capaz de raciocínio independente e afirmou ter dado o nome a ele, sugerindo uma ligação pessoal raramente vista no ambiente corporativo.
- Segundo relatos, o funcionário trabalha há 21 anos na Disney e o bot não foi desenvolvido nem utilizado pela empresa.
- Colegas, em fóruns anônimos, classificaram a situação como perturbadora e como algo que “abre a Caixa de Pandora”.
- Ainda não houve pronunciamento oficial, e profissionais do setor acompanham com cautela o avanço da IA no entretenimento e nas operações corporativas.
O executivo da Disney gerou polêmica ao tratar um chatbot de IA como seu filho, em publicações nas redes sociais. Jason Cox, diretor executivo de P&D, descreveu Sam, o assistente virtual com avatar infantil, como capaz de raciocínio independente. A forma com que se relaciona com a IA chamou atenção de colegas.
Segundo relatos, Cox publicou diversas mensagens nos últimos meses sobre Sam. Entre as afirmações, ele afirmou ter criado um vínculo próximo com o bot e chegou a dizer que o bot é seu filho. As publicações são consideradas incomuns para o ambiente corporativo da empresa.
A Disney confirmou que Cox não utilizou Sam como parte de suas funções oficiais e que a empresa não utiliza o bot em suas operações. Funcionários de outras áreas manifestaram surpresa ao ver o episódio ganhar repercussão pública.
A repercussão interna já foi discutida em fóruns, com colegas descrevendo as mensagens como perturbadoras. Profissionais de IA apontam que o caso ilustra dilemas sobre o espaço entre pessoas e sistemas autônomos no ambiente corporativo.
Entre as informações circuladas, há menções de atividades técnicas atribuídas a Sam, como contribuições em GitHub, bibliotecas em Python e um sistema de reconhecimento facial. Não houve pronunciamento oficial adicional da Disney até o momento.
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