- A Anthropic divulgou uma análise de 832 contas banidas por atividades cibernéticas maliciosas entre março de 2025 e março de 2026, mapeadas no MITRE ATT&CK.
- O estudo aponta que a inteligência artificial está alterando padrões de ataques digitais e desafiando métodos tradicionais de avaliação de risco.
- Entre as contas analisadas, 560 (67,3%) tiveram malware como forma de preparação para o ciberataque.
- Em menor escala, 54 contas (6,5%) utilizaram IA para a técnica de “lateral movement”,.movimentação lateral dentro de redes comprometidas.
- A Anthropic afirmou haver evidências de que a IA aumenta o nível de ameaça dos atacantes.
A Anthropic divulgou nesta terça-feira, 3 de junho de 2026, uma análise sobre 832 contas banidas por atividades cibernéticas maliciosas entre março de 2025 e março de 2026. O estudo utilizou o MITRE ATT&CK como referência para mapear táticas e técnicas de ataque, buscando entender como a IA está influenciando os padrões de invasões.
A pesquisa aponta que a IA vem alterando as dinâmicas dos ataques digitais, desafiando métodos tradicionais de avaliação de risco. A Anthropic destacou que o objetivo foi realizar uma avaliação completa das técnicas empregados pelos agentes maliciosos.
Entre os achados, destaca-se que a atividade mais comum relacionada à preparação de ciberataques foi a escrita de malware, presente em 560 das 832 contas analisadas, o que representa 67,3% do total.
Detalhes do mapeamento
Staticamente, 54 contas, ou 6,5%, utilizaram IA para a técnica de lateral movement, que envolve movimentação dentro de redes comprometidas. A empresa afirma ter encontrado evidências que corroboram o uso da IA para aumentar o nível de ameaça dos atacantes.
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