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Técnica brasileira inédita amplia comprimento e espessura do pênis e melhora vida sexual

Nova técnica cirúrgica brasileira aumenta circunferência em quase dois centímetros e o comprimento em cerca de dois e meio, com melhoria da autoestima e da satisfação sexual

Procedimento brasileiro levou a ganhos de cerca de 2 a 2,5 cm em circunferência e comprimento médio do pênis (Foto: Jordan Lye/Getty Images)
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  • Técnica Dart-Vag, criada pelo urologista baiano Ubirajara Barroso Jr., foi publicada na World Journal of Urology.
  • Estudo envolveu 32 homens, com média de idade de 40 anos, operados entre novembro de 2021 e agosto de 2025; participaram apenas quem tinha insatisfação estética e condição clínica adequada.
  • Circunferência do pênis aumentou de 9,4 cm para 11,2 cm; comprimento passou de 6,2 cm para 8,7 cm.
  • Houve melhoria da autoestima e da satisfação sexual; não houve complicações graves, apenas quatro feridas que exigiram cuidados especializados.
  • Os resultados indicam viabilidade, segurança e eficácia da técnica, mas são necessárias novas pesquisas com mais participantes para confirmar os achados.

Uma técnica cirúrgica brasileira inédita aumenta a circunferência e o comprimento do pênis e tem impacto na vida sexual de pacientes. O método Dart-Vag foi desenvolvido pelo urologista Ubirajara Barroso Jr., professor da UFBA, e acabou de ser publicado em um periódico internacional.

A pesquisa envolve 32 homens, com média de idade de 40 anos, operados entre novembro de 2021 e agosto de 2025. Os pacientes apresentavam insatisfação estética relacionada à grossura do órgão e foram considerados aptos para a intervenção pela equipe médica.

Antes da cirurgia, a circunferência média era de 9,4 cm, passando para 11,2 cm. O comprimento médio evoluiu de 6,2 cm para 8,7 cm após a intervenção. Os resultados foram acompanhados ao longo do tempo.

Resultados confirmados

O estudo detalhou que apenas pacientes com mais de 18 anos, queixas de estética e sexualidade estáveis, participaram do protocolo. Disfunção erétil significativa, Peyronie, infecções genitais ativas ou transtornos psiquiátricos não controlados os impediram.

Os pesquisadores destacaram que o aumento ocorreu com base na manipulação de tecidos do próprio paciente, buscando maior suprimento de sangue ao órgão. A avaliação incluiu medidas precisas e questionários sobre autoimagem genital e bem-estar.

Além do aumento físico, relatos apontaram melhora na autoestima e na vida sexual. Não foram registradas complicações operatórias graves; apenas quatro casos demandaram cuidados especializados para feridas.

Barroso Jr. ressalta a necessidade de novas pesquisas com maior número de participantes para confirmar os achados. Enquanto isso, o estudo publicado indica viabilidade, segurança e eficácia da técnica nacional.

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