- A sari vermelha e azul usada pela pesquisadora indiana Nandini Harinath no dia considerado o mais importante da missão Mangalyaan chegou ao Smithsonian, em Washington, e ficou em destaque no museu.
- Nandini, que atuou como diretora adjunta de operações da missão marciana indiana, vestiu o sari em 1 de dezembro de 2013, dia em que a equipe decidiu o caminho da sonda.
- A missão Mangalyaan foi lançada na órbita da Terra e, em 24 de setembro de 2014, a sonda alcançou a órbita de Marte, tornando a Índia o quarto a fazê-lo.
- O sari faz parte da galeria Futures in Space do Museu Nacional de Ar e Espaço do Smithsonian e está próximo a itens icônicos, como a camiseta azul de Sally Ride.
- O curador Matt Shindell ressalta que a peça representa orgulho nacional pela missão marciana indiana e pode inspirar mais mulheres a seguir ciência e engenharia.
Numa data considerada a mais importante de sua vida, a cientista espacial indiana Nandini Harinath chegou ao gabinete trajando uma sari de seda vermelha e azul. A peça ganhou destaque no Smithsonian, em Washington, onde hoje ocupa lugar de destaque.
A sari pertence a Nandini, que atuou como diretora adjunta de operações da Mangalyaan, a primeira sonda marciana da Índia. O uniforme foi usado em 1º de dezembro de 2013, durante a fase crucial de lançamento da missão.
A missão Mangalyaan resultou na inserção orbital em 24 de setembro de 2014, tornando a Índia o quarto a alcançar Marte. A foto das mulheres da ISRO celebrando ganhou repercussão mundial na época.
O objeto e a exposição
O sari está exposto na galeria Futures in Space, no National Air and Space Museum. Ao lado de brinquedos, pôsteres e a famosa camiseta azul de Sally Ride, ele dialoga com outros itens da coleção que representam marcos da exploração.
O curador Matt Shindell informou que o objeto foi obtido para a coleção de ciência planetária do museu. A peça, segundo ele, simboliza tanto o orgulho nacional quanto a história pessoal de Nandini.
A coleta incluiu a decisão de expor o sari perto de itens que marcam missões recentes, incentivando visitantes a pensar sobre quem vai ao espaço e quais motivações guiam essas trajetórias.
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