- Às vésperas da Copa do Mundo, autoridades de saúde temem aumento de casos de sarampo com a chegada de milhões de turistas.
- A OPAS pediu reforço de vigilância epidemiológica, vacinação e resposta rápida nos países da região.
- Segundo a OMS, entre 1º de janeiro e 13 de maio de 2026 foram notificados mais de vinte mil casos de sarampo e vinte e cinco mortes nas Américas; México registrou 10.920, EUA 1.952 e Canadá 1.010.
- Os países anfitriões devem ampliar a busca por casos suspeitos e fornecer informações sobre prevenção e vacinação aos viajantes.
- Durante a viagem, quem apresentar sinais do sarampo deve procurar atendimento médico, usar máscara e evitar locais públicos para reduzir a transmissão.
Às vésperas da Copa do Mundo, autoridades de saúde enfatizam o risco de aumento de casos de sarampo com a chegada de milhões de turistas aos países-sede. A preocupação envolve as nações da América que receberão o torneio.
A Organização Pan-Americana da Saúde (OPAS) pediu reforço na vigilância epidemiológica, na vacinação e na resposta rápida a eventuais surtos durante o evento de futebol de grande porte. A ideia é detectar e conter precocemente novos casos.
Dados da Organização Mundial da Saúde (OMS) apontam que, entre 1º de janeiro e 13 de maio de 2026, mais de 20 mil casos de sarampo foram notificados na região. Houve 25 mortes associadas à doença.
Entre os países que receberão a Copa, o México lidera os registros com 10.920 casos. Os Estados Unidos registraram 1.952 casos, enquanto o Canadá acumulou 1.010.
Em nota publicada no fim de maio, a OMS recomendou ampliar a busca por casos suspeitos e oferecer informações sobre prevenção e vacinação aos viajantes durante o evento. Também orientou ações para preencher lacunas de imunidade.
A entidade pediu busca ativa de casos, incluindo comunidades, instituições e laboratórios, para identificar precocemente surtos de sarampo. A orientação enfatiza manter serviços de vacinação acessíveis durante a Copa.
Sinais de alerta a observar pelos viajantes incluem febre, manchas vermelhas, tosse, coriza, conjuntivite, dor nas articulações e inchaço de gânglios. Quem apresentar sintomas deve buscar atendimento.
Durante a viagem, recomenda-se usar máscara, evitar locais com grandes aglomerações e manter higiene. O objetivo é reduzir a transmissão entre fãs, atletas e membros da comitiva.
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