- Dermatologista Vanessa Perusso afirma que o uso diário de protetor solar é indispensável, mesmo em dias nublados, dentro de casa ou no trabalho.
- Os raios UVA atravessam vidros e continuam atuando em ambientes internos, contribuindo para manchas, envelhecimento precoce e danos à pele.
- O protetor solar protege contra UVA e também contra a luz azul, que afeta a pele diariamente.
- A exposição à radiação é cumulativa; pequenas exposições diárias podem impactar a pele ao longo do tempo.
- O UVA degrada o colágeno, o que pode provocar flacidez, e também pode favorecer manchas e hiperpigmentação como melasma.
No frio ou dentro de casa, o uso diário de protetor solar continua indispensável para proteção contra UVA e luz azul, afirma a dermatologista Vanessa Perusso, em divulgação da Helioderm Dermocosméticos, marca da Hertz Farmacêutica.
Os raios UVA não deixam de atuar mesmo sem sol visível, atravessando vidros e atingindo pele em ambientes internos, carro e escritório, contribuindo para manchas, envelhecimento precoce e outros danos.
Segundo a especialista, a exposição não ocorre apenas ao ar livre. Muitas atividades diárias, como trabalhar próximo a janelas ou dirigir, também expõem a pele a radiação.
A Dra. Vanessa destaca que o protetor solar não depende do clima, estação ou ambiente e reforça a importância do uso diário para o conjunto de efeitos nocivos.
Envelhecimento precoce é um dos impactos da radiação UVA, que penetra profundamente na pele e tem efeito cumulativo ao longo do tempo, mesmo com exposições curtas.
Além disso, a radiação UVA contribui para a degradação do colágeno, responsável pela firmeza da pele, o que pode trazer flacidez e perda de elasticidade.
A ausência de proteção pode favorecer manchas e hiperpigmentação, como o melasma, segundo a dermatologista, que reforça a necessidade de inclusão do protetor solar na rotina diária.
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