- Ministério da Saúde anunciou a suspensão temporária do uso da vacina contra a dengue do Instituto Butantan.
- O anúncio ocorreu nesta segunda-feira (8).
- O diretor do Programa Nacional de Imunizações, Eder Gatti, destacou que a farmacovigilância é amplamente utilizada no programa.
- O sistema de vigilância envolve profissionais de saúde que reportam ao Ministério da Saúde e um fluxo de investigação e avaliação de causalidade com apoio de estados e municípios.
- Gatti explicou que, na vida real, com mais pessoas vacinadas, eventos raros podem surgir, mesmo após estudos clínicos mostrarem segurança.
O Ministério da Saúde anunciou a suspensão temporária do uso da vacina contra dengue produzida pelo Instituto Butantan. A medida ocorreu nesta segunda-feira, 8, em meio à vigilância de segurança de imunizantes no país.
O diretor do Programa Nacional de Imunizações, Eder Gatti, destacou que a farmacovigilância é um método aplicado com frequência no PNI. Profissionais de saúde reportam ao Ministério, que mantém um fluxo de investigação e avaliação de causalidade com estados e municípios.
A rede de vigilância é acionada a cada nova vacina integrada ao programa. Embora estudos clínicos avaliem a segurança, eventos raros podem surgir na vida real quando mais pessoas são vacinadas.
Dados da suspensão e próximos passos
A suspensão é temporária e busca consolidar avaliações sobre possíveis eventos adversos. Não houve confirmação de relação causal até o momento, segundo o governo.
A gestão pública afirma que o processo envolve recortes de dados e análises adicionais para determinar próximos passos na campanha de imunização. A divulgação oficial segue sem prazos fixos.
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