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Caso curioso de dispositivo vestível que desaparece

Wearables ficam menores e mais discretos, integrando-se à rotina e gerando dados de saúde em segundo plano

Elyse Betters Picaro / ZDNET
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  • Wearables estão ficando menores e mais discretos, incluindo anéis, brincos e colares, além de monitores contínuos de glicose que existem escondidos sob a manga.
  • Oura Ring 5, o anel inteligente da empresa, é 40% mais fino que o Ring 4 e tem bateria entre seis e nove dias.
  • Empresas visam invisibilidade e integração ao cotidiano, mantendo a função de monitorar saúde sem chamar atenção.
  • A maioria dos dispositivos trabalha no modo background: coletam dados, enviam ao aplicativo e o software os processa para gerar um panorama de saúde.
  • O objetivo é oferecer dispositivos sempre usados, com funções de diagnóstico ou alerta quando necessário, apoiados por dados e pela aplicação associada.

A indústria de tecnologia de saúde está reduzindo o tamanho dos rastreadores, tornando-os mais finos, leves e quase invisíveis. Empresas do setor mostram que o objetivo é integrar o monitoramento de bem‑estar ao dia a dia sem chamar atenção. A tendência envolve dispositivos que vão além do smartwatch, exigindo menos espaço visível.

Especialistas afirmam que o design é parte da estratégia: quanto menor e mais discreto, maior a adesão do usuário. O crescimento de opções como anéis, brincos, pulseiras e colares mostra a busca por dispositivos que passam despercebidos, mas continuam a coletar dados de saúde.

As inovações envolvem componentes menores, sensores mais eficientes e baterias otimizadas. Um exemplo recente é o anel inteligente, que ficou 40% mais fino na quinta geração, mantendo a duração da bateria entre seis e nove dias, segundo executivos da empresa. O objetivo é ampliar a confiabilidade sem comprometer o conforto.

Além da estética, a funcionalidade funciona no modo invisível: os dados são captados no ambiente, enviados ao aplicativo e processados por software para oferecer um panorama de saúde. A maior parte da análise acontece no app, não no hardware.

Do lado da indústria, a redução de tamanho não implica perda de capacidade. Técnicos citam que a maior parte das informações é gerada de forma contínua, com monitoramento passivo em segundo plano. As informações ajudam a identificar padrões de sono, atividade física e hábitos diários.

Analistas destacam que, embora haja exceções, a utilidade prática dos wearables continua residindo no software ligado ao dispositivo. A interação entre hardware mínimo e algoritmos avançados é vista como o principal motor da adesão a longo prazo, conforme especialistas.

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