- Sintomas de gripe e covid-19 podem parecer iguais, tornando difícil diferenciá-los apenas pelos sinais apresentados.
- Procure atendimento médico de acordo com a gravidade: sinais leves podem ir às UBSs; casos graves vão para pronto atendimento.
- Sinais de alerta que exigem cuidado imediato: febre por mais de 72 horas, febre acima de 39,5°C que não cede, dificuldade para respirar, sensação de desmaio e pressão no peito.
- Medidas de prevenção: ventilar ambientes, higienizar as mãos e evitar aglomerações; vacinação é a principal proteção contra gripe e covid-19, com dose de influenza atualizada anualmente.
- Vacinas não impedem a infecção, mas ajudam a evitar casos graves, hospitalizações e mortes, especialmente em grupos de risco (idosos, doentes crônicos, crianças, gestantes, puérperas, profissionais de saúde e educação).
O período de clima frio aumenta a frequência de espirros, tosse e corrimento nasal, facilitando a transmissão de vírus da gripe e da covid-19. Sintomas são muito parecidos entre as doenças, o que dificulta a identificação apenas pelo que a pessoa sente.
Segundo Camila Damasceno, da SES-DF, não é possível distinguir gripe de covid-19 apenas pelos sintomas. Tosse, coriza, febre e dor no corpo podem aparecer em ambos os casos, e distúrbio olfativo não é exclusivo da covid-19.
Quando buscar ajuda
A orientação é procurar atendimento de acordo com a gravidade. Sintomas leves devem ser avaliados nas unidades básicas de saúde (UBSs). Casos graves exigem atendimento imediato em urgência ou emergência.
Sinais de alerta incluem febre por mais de 72 horas, febre alta que não cede com remédios, dificuldade para respirar, sensação de desmaio e dor no peito. O atendimento rápido pode prevenir piora do quadro.
Medidas de prevenção e tratamento
A gripe é causada pelo vírus influenza, a covid-19 pelo SARS-CoV-2. Ambos têm alto potencial de contágio e podem evoluir para formas graves, principalmente em grupos vulneráveis. O tratamento foca no alívio dos sintomas.
Para casos leves, recomenda-se repouso, hidratação, alimentação equilibrada e isolamento para evitar transmissão. Antitérmicos, analgésicos e anti-inflamatórios devem ser usados conforme orientação médica.
Vacinação como proteção
A vacinação é uma das principais formas de prevenção. A dose contra influenza é atualizada anualmente, pois as cepas mudam de um ano para o outro. A vacina ajuda a reduzir casos graves, hospitalizações e mortes.
A proteção é mais relevante para idosos, pessoas com doenças crônicas, crianças pequenas, gestantes, puérperas, e profissionais de saúde e educação. A covid-19 continua circulando mesmo com vacina.
Orientação final
Ambas as doenças devem ser tratadas de modo clínico, com base na gravidade e na orientação profissional. Medidas como ventilação, higiene das mãos e evitar aglomerações ajudam a reduzir a transmissão.
Camila Damasceno reforça que a covid-19 não desapareceu e permanecerá presente, assim como a influenza e o VSR. A vacinação continua sendo ferramenta-chave de prevenção em todo o período de sazonalidade.
Fonte: Agência Brasília. A matéria foi produzida com apoio de ferramenta de IA, sob supervisão editorial.
Entre na conversa da comunidade