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ABB moderniza sistema de água em aldeia Guarani

ABB moderniza sistema de bombeamento na aldeia Krukutu com geração solar e inversor híbrido, assegurando água potável mesmo com quedas de energia

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  • A ABB, a APS Soluções e a ONG Biosaneamento finalizaram um projeto de automação no sistema de bombeamento do poço artesiano da aldeia Krukutu, garantindo água potável mesmo com quedas de energia.
  • O sistema foi atualizado com painéis solares e o inversor de frequência ACQ80 da ABB, que deixa a bomba funcionando em diversas condições elétricas.
  • O inversor híbrido-solar integra rede elétrica e energia solar, otimizando o uso da energia e recorrendo à rede quando necessário.
  • A aldeia fica às margens da Represa Billings, em área de Mata Atlântica, e a população da comunidade varia entre 320 e 500 indígenas ao longo do ano.
  • A iniciativa, apoiada pela Biosaneamento, busca ampliar a solução para outras comunidades.

O que aconteceu: um projeto de automação modernizou o sistema de bombeamento de um poço artesiano na aldeia guarani Krukutu, garantindo água potável à comunidade mesmo com falhas na energia elétrica.

Quem está envolvido: a ABB, a integradora APS Soluções e a ONG Biosaneamento lideraram a implementação, com apoio técnico local. A solução inclui energia solar e um inversor de frequência para bombas.

Quando e onde: a intervenção ocorreu na aldeia Krukutu, às margens da Represa Billings, no extremo sul de São Paulo, em área de Mata Atlântica. A regularização do abastecimento beneficia moradores ao longo do ano.

Como funciona: o sistema de bombeamento foi atualizado com painéis solares e o inversor de frequência ACQ80 da ABB. A combinação permite ligar a bomba mesmo com oscilações ou interrupções da rede elétrica.

Por que foi necessária: a Krukutu está situada no fim de uma linha de transmissão, o que resulta em energia instável. A nova solução aumenta a confiabilidade do fornecimento de água para a comunidade.

Impacto na comunidade: a água potável passa a estar disponível mesmo sem energia da rede, reduzindo interrupções no abastecimento. Cerca de 320 a 500 indígenas residem na comunidade ao longo do ano.

Contribuição de Biosaneamento: a ONG atua há anos com saneamento em comunidades indígenas e pretende replicar a solução em outras localidades, ampliando o acesso a água de qualidade.

Capacidade técnica: o inversor de frequência híbrido-solar gerencia energia entre a rede, os painéis solares e a necessidade da bomba. A gestão favorece o uso eficiente da energia disponível.

Visão da gestão local: o líder comunitário ressalta que a automação simplifica o abastecimento, eliminando a necessidade de acionamento manual em situações de instabilidade energética.

Sobre o projeto: o trabalho integra tecnologia, saneamento e cooperação entre empresa privada, provedores de tecnologia e organizações sociais para ampliar o acesso à água potável na região.

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