- Analista de tecnologia Robson Cardoso, 35 anos, de São José do Rio Preto, recebeu dois alertas de frequência cardíaca alta no relógio e procurou atendimento médico.
- Ao chegar ao pronto atendimento, a frequência cardíaca dele foi de 160 batimentos por minuto; no relógio, o registro era de cerca de 130 bpm.
- Um eletrocardiograma confirmou fibrilação atrial, quadro que pode exigir monitoramento e tratamento.
- A frequência cardíaca em repouso normal para a maioria dos adultos saudáveis fica entre 60 e 100 batimentos por minuto.
- O relato não apresenta outras informações adicionais sobre desdobramentos ou tratamentos.
Robson Cardoso, analista de tecnologia de 35 anos, de São José do Rio Preto (SP), recebeu dois alertas seguidos no smartwatch em casa e precisou buscar atendimento. O monitoramento levou à internação na UTI para monitoramento.
O primeiro aviso indicou frequência cardíaca elevada; pouco depois houve um segundo alerta, o que motivou a ida ao pronto atendimento. Diferentes leituras no relógio mostraram 130 batimentos por minuto, enquanto a aferição no hospital chegou a 160 bpm.
Diagnóstico confirmado
Um eletrocardiograma confirmou o quadro de fibrilação atrial (FA), ritmo cardíaco anormal que pode elevar o risco de complicações se não tratado. A notícia ressalta que o uso de dispositivos vestíveis pode auxiliar na detecção precoce de alterações.
A frequência cardíaca em repouso normal para adultos costuma ficar entre 60 e 100 bpm. Em casa, o relógio registrou leituras menores, mas o atendimento médico revelou a irregularidade cardíaca de forma decisiva. Robson segue sob avaliação clínica.
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