- A nutróloga Dra. Nathalia Felix afirma que o caqui é rico em fibras solúveis, vitamina C, betacaroteno e taninos, o que ajuda na digestão, imunidade e saúde celular.
- Estudos citados indicam potencial anti-inflamatório e antioxidante dos compostos do caqui, contribuindo para a prevenção de doenças metabólicas.
- A melhor forma de consumir é in natura com casca bem higienizada, para preservar fibras e antioxidantes.
- O consumo deve ser moderado, principalmente por pessoas com diabetes ou em processo de perda de peso, por ser uma fruta doce.
- Para reduzir picos de glicemia, combine o caqui com proteínas ou gorduras boas, como iogurte natural ou castanhas.
O caqui é destacado como fruta rica em fibras, vitaminas e antioxidantes, capaz de contribuir para a imunidade, a pele e a proteção celular. A avaliação é da médica nutróloga Dra. Nathalia Felix, membro da Comissão Científica da Associação Brasileira de Nutrologia.
Ela aponta que as fibras solúveis, como a pectina, ajudam o funcionamento intestinal e o controle do colesterol. Estudos citados pela especialista ressaltam o potencial anti-inflamatório e antioxidante dos compostos bioativos do caqui.
A recomendação é consumir a fruta in natura com casca bem higienizada para preservar fibras e antioxidantes. Segundo a médica, essa é a forma mais eficaz de aproveitar os nutrientes.
Apesar dos benefícios, o consumo precisa ser moderado, especialmente para quem precisa controlar açúcar no sangue ou está em processo de perda de peso. O caqui é naturalmente doce.
Uma estratégia para reduzir picos de glicose é combinar o caqui com proteínas ou gorduras boas. Iogurte natural e castanhas podem servir de complemento em lanches ou sobremesas.
Em suma, o caqui apresenta alto valor nutricional e prática de consumo, quando incluído de maneira moderada dentro de uma alimentação equilibrada.
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