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Exercício milenar pode ampliar a longevidade até 100 anos, segundo estudos

Jardinagem, prática das zonas azuis, favorece movimento, gestão do estresse e consumo de plantas, ligados à longevidade que pode chegar a cem anos

DisobeyArt/Shutterstock
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  • As zonas azuis são Okinawa (Japão), Loma Linda (Estados Unidos), Península de Nicoya (Costa Rica), Icária (Grécia) e Sardenha (Itália), locais com longevidade alta.
  • Pesquisadores estudam esses territórios, entre eles Dan Buettner, que em masterclass do Global Wellness Institute destacou a jardinagem.
  • Segundo Buettner, a jardinagem reúne três pilares da saúde das zonas azuis: movimento natural, redução do estresse e consumo de plantas.
  • Ele explica que a prática funciona como um empurrão: plantar, regar, capinar e colher estimulam a atividade física e a ingestão de vegetais orgânicos.

Em uma masterclass online, organizada pelo Global Wellness Institute, o pesquisador Dan Buettner apontou a jardinagem como prática comum entre as zonas azuis, regiões com alta longevidade. A atividade é associada a saúde e bem-estar nesses locais.

As zonas azuis incluem Okinawa, Loma Linda, Nicoya, Icária e Sardenha. Em estudo de estilo de vida, Buettner destacou a jardinagem como facilitadora de movimento natural, manejo de estresse e consumo de plantas.

Benefícios da jardinagem

A prática promove atividade física moderada ao longo de meses, sem depender de academia, além de estimular a conexão com alimentos cultivados em casa. Esse ciclo muda hábitos e favorece hábitos alimentares mais saudáveis.

Segundo o pesquisador, plantar, cuidar e colher vegetais, especialmente orgânicos, cria estímulos repetidos de atividade, motivando a continuidade do cuidado com a saúde. A jardinagem integra três pilares da longevidade.

Contexto e desdobramentos

A abordagem coloca a jardinagem como exemplo de intervenção simples com impacto potencial na qualidade de vida. Pesquisadores destacam que hábitos diários, como o cultivo de plantas, podem complementar outras estratégias de saúde.

Outros estudos sobre longevidade avaliam fatores ambientais, sociais e nutricionais nas zonas azuis. Pesquisas continuam para entender como aplicar esses aprendizados em diferentes comunidades.

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