- Alunos da Escola Técnica Estadual Visconde de Mauá, da Faetec, no Rio de Janeiro, desenvolveram o Aracnobot, robô de resgate para localizar vítimas em áreas de difícil acesso após desabamentos.
- O dispositivo utiliza sensores, câmeras e inteligência artificial para ajudar equipes de emergência a encontrar pessoas sob os escombros.
- O Aracnobot é uma evolução do Projeto Guará, criado em 2025, com uma estrutura inspirada em aranhas para vencer espaços apertados e terrenos irregulares.
- O objetivo é reduzir riscos aos socorristas e evitar novos desabamentos durante as operações de resgate.
- A iniciativa evidencia a capacidade de alunos da educação técnica brasileira em inovar em áreas de alta tecnologia.
O Aracnobot, robô de resgate desenvolvido por alunos da Escola Técnica Estadual Visconde de Mauá, Faetec, no Rio de Janeiro, utiliza sensores, câmeras e inteligência artificial para localizar vítimas em desabamentos e em áreas de difícil acesso. O projeto evolui a partir do Projeto Guará, de 2025.
O objetivo é permitir que equipes de emergência alcancem pontos sem colocar em risco socorristas. O formato inspirado nas aranhas facilita a passagem por espaços estreitos, terrenos irregulares e áreas instáveis, reduzindo o risco de novos desabamentos.
O Aracnobot combina navegação autônoma, sensores de proximidade e IA para identificar sinais de vítimas. O equipamento está sendo apresentado como solução para desastres urbanos complexos, onde a entrada humana é limitada.
A iniciativa visa ampliar a capacidade de atuação dos bombeiros em resgates, com foco em desabamentos ocorridos em áreas de difícil acesso. A tecnologia permite operações mais seguras e rápidas na localização de vítimas.
A equipe envolvida ressalta que o robô pode ser utilizado como complemento aos procedimentos operacionais padrão. A Faetec trabalha em parceria com instituições para testar e aperfeiçoar o dispositivo em cenários simulados.
A partir das informações divulgadas, o Aracnobot aparece como exemplo de inovação tecnológica na educação brasileira. O projeto já demonstra potencial para aplicação prática em incidentes reais, conforme relatos de responsáveis pela Faetec.
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