- O projeto Nossos Genes, da Universidade de São Paulo, oferece aconselhamento genético gratuito e exames a até 5.000 casais brasileiros que planejam ter filhos por concepção natural; as inscrições foram abertas nesta sexta-feira (12) no site do Genoma USP.
- A iniciativa é coordenada pelo Centro de Estudos do Genoma Humano e de Terapias Avançadas da USP e busca identificar casais com maior probabilidade de transmitir doenças genéticas recessivas, como fibrose cística, atrofia muscular espinhal, fenilcetonúria e síndrome do X frágil.
- Participantes receberão consultas com especialistas e orientações sobre cuidados pré-gestacionais, além de acompanhamento por anos para avaliar impactos nas decisões reprodutivas e em políticas públicas de saúde.
- Podem participar casais que pretendem ter filhos por concepção natural e que utilizam o SUS, com mulher entre 18 e 35 anos e homem entre 18 e 45 anos; atendimentos presenciais ocorrem em São Paulo, Salvador, Vitória ou Brasília; gestantes e casais em tratamento de fertilidade não podem participar.
- O financiamento vem do Ministério da Saúde por meio do Programa Genomas Brasil e do edital Saúde de Precisão do Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico, em parceria com a Universidade Federal da Bahia, a Universidade Federal do Espírito Santo e a Universidade de Brasília.
O projeto Nossos Genes, da USP, oferece aconselhamento genético gratuito e exames a casais que planejam ter filhos nos próximos anos. A iniciativa é nacional e abriu inscrições nesta sexta-feira, 12, pelo site Genoma USP.
A pesquisa é coordenada pelo Centro de Estudos do Genoma Humano e de Terapias Avançadas da USP. Até 5.000 casais brasileiros poderão participar, com acompanhamento por especialistas ao longo de anos.
Casais interessados devem atender a critérios como concepção natural, uso do SUS e residência em cidades com atendimentos presenciais. Mulheres entre 18 e 35 anos e homens entre 18 e 45 anos estão entre os requisitos.
Participação e locais
Os atendimentos presenciais ocorrerão em São Paulo, Salvador, Vitória e Brasília. Gestantes, casais em tratamento de fertilidade e alguns casos com filhos já diagnosticados com doença genética recessiva não podem participar.
A pesquisa visa identificar casais com maior risco de transmitir doenças genéticas recessivas, como fibrose cística, AME, fenilcetonúria e síndrome do X frágil, além de orientar o planejamento reprodutivo.
Como funciona o acompanhamento
Os dados genômicos serão avaliados por equipes da USP e parceiras. Os resultados chegarão em consulta virtual, com explicações sobre impactos potenciais para futuras gestações. Acompanhamento é de longo prazo.
O projeto é financiado pelo Ministério da Saúde, por meio do Programa Genomas Brasil, e pelo edital Saúde de Precisão do CNPq. A USP atua em parceria com UFBA, UFES e UnB para a execução.
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