Em Alta Copa do Mundo NotíciasPessoasAcontecimentos internacionaisPolíticaConflitos

Converse com o Telinha

Telinha
Oi! Posso responder perguntas apenas com base nesta matéria. O que você quer saber?

Tecnologia usada no Coliseu será aplicada no Museu do Ipiranga

Escaneamento a laser 3D do Museu do Ipiranga cria modelo digital para monitoramento e conservação preventiva via HBIM

O Museu do Ipiranga reabriu na 4ª feira (7.set.2022) depois de 9 anos fechado e uma reforma que custou R$ 235 milhões
0:00
Carregando...
0:00
  • O Museu do Ipiranga terá, pela primeira vez, escaneamento a laser 3D completo do edifício, interno e externo, para criação de um modelo digital para conservação.
  • A tecnologia será utilizada para monitorar o estado após a restauração e estabelecer um sistema de gestão da informação voltado à conservação preventiva.
  • O projeto é inspirado no monitoramento do Coliseu de Roma e será conduzido pela equipe da FAU-USP em parceria com o laboratório Diaprem, da Universidade de Ferrara (Itália).
  • O objetivo é alimentar um sistema HBIM (Historic Building Information Modelling), criando dados de características físicas, sistemas e histórico do edifício.
  • As ações começarão em julho, sem interromper o funcionamento do museu, e visam garantir dados comparáveis ao longo do tempo para diagnóstico de possíveis problemas.

O Museu do Ipiranga, em São Paulo, vai usar escaneamento a laser 3D para registrar o edifício após a restauração. A operação está prevista para iniciar em julho e utiliza a mesma tecnologia aplicada ao Coliseu de Roma. A apresentação ocorreu durante a Fapesp Week Londres.

O objetivo é criar um modelo HBIM do museu, integrando dados geométricos e de refletância para diagnóstico de patologias e gestão da conservação. O estudo contemplará o interior e o exterior do edifício.

A execução ficará a cargo do laboratório Diaprem, da Università degli Studi di Ferrara, Itália, em parceria com a FAU-USP e o CPC-USP. O histórico conjunto já registrou o museu antes das obras.

O projeto prevê alimentar o HBIM a partir de uma área piloto para gerir informações de conservação preventiva, evitando intervenções invasivas futuras. A metodologia já foi aplicada com sucesso em outros patrimônios.

Parcerias e Metodologia

O equipamento portátil emite lasers que geram uma nuvem de pontos para mapear cada superfície com alta precisão. A variação de refletância ajuda a detectar anomalias e possíveis patologias.

A equipe garante que o escaneamento ocorrerá sem interromper o funcionamento do museu. As atividades continuam com planejamento para não impactar a rotina de visitantes e funcionários.

O HBIM permitirá armazenar dados de características físicas, sistemas e condições do edifício de forma integrada. A iniciativa reforça a conservação preventiva e a gestão da informação.

Comentários 0

Entre na conversa da comunidade

Os comentários não representam a opinião do Portal Tela; a responsabilidade é do autor da mensagem. Conecte-se para comentar

Veja Mais